segunda-feira, fevereiro 2, 2026
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Servidora quer saber cadê o dinheiro do Fundo de Previdência Social de Pires do Rio

A servidora, Ângela Maria Hilário Firmino, preocupada com a falta de informações sobre a verdadeira situação financeira do Fundo de Previdência Social de Pires do Rio, protocolou junto ao Ministério Público, pedido para que seja apurada a atual situação financeira da instituição. Segundo ela existem vários comentários preocupantes e que se agravam diante do silêncio e da falta de prestação de contas dos atuais gestores do Fundo. Pelos cálculos, o Fundo deveria ter em conta cerca de 7 milhões de reais, valor muito diferente do que foi apurado através de informações extraoficiais.
Nossa equipe teve acesso ao pedido formulado pela servidora e protocolado junto ao Ministério Público de Pires do Rio. O documento abaixo que ilustra essa matéria, narra detalhadamente, os motivos pelos quais ela decidiu buscar aparo legal, a situação preocupante e a diferença até então apurada. A maior preocupação de todos os servidores públicos municipais que mais cedo ou mais tarde vão precisar desse fundo e também da sociedade piresina, é saber se realmente os recursos estão sendo bem geridos ou foram extraviados.
Há alguns anos atrás, o Presidente do PTB de Pires do Rio, Hélio Bernades, fez oficialmente uma denúncia junto ao Ministério Público de Pires do Rio, relatando uma série de irregularidades. Segundo ele, infelizmente até hoje não obteve nenhuma resposta, o que é lamentável pois, trata-se de dinheiro público reservado para garantir o futuro de todos que passam a vida prestando serviços ao município.
O pior é que ninguém mostra documentos comprobatórios do saldo bancário do fundo.

Antiga reivindicação de Pires do Rio precisa ser atendida

Alguns deputados se colocaram em defesa de Pires do Rio e tentam conseguir junto ao Governo de Goiás atender antiga reivindicação. Trata-se de um pequeno trecho da estrada que dá acesso à Estação de tratamento de água da SANEAGO em Pires do Rio, que faz divisa com a sede campestre do Country Clube. Hoje, o asfalto só vai até o portão de entrada do Clube, mas a estrada segue num trecho de aproximadamente 300 metros de chão até chegar na Estação de Tratamento de Água. Esse trecho precisa ser asfaltado, inclusive até umpouco mais adiante, se for possível.
Esse asfalto facilitaria o acesso, melhoraria as condições de deslocamento dos funcionários que trabalham naquele local, ajudaria no tratamento da água, diminuiria o uso de produtos químicos, acabaria com uma camada de poeira que sempre assenta sobre os reservatórios, além de uma série de outros benefícios.

 

Toda unanimidade é burra

Toda unanimidade é burra, dizia Nelson Rodrigues. Já na política e, especialmente na relação Executivo e Legislativo, ela tende a ser fruto de corrupção, daí ela não é apenas burra, é também venal e corrupta. Traduz em traição à própria dignidade, se é que “sua excelência” vereador/deputado/senador um dia realmente chegou a possuí-la, além de “chifrar” o coitado do cidadão que ingenuamente acreditou na hombridade do vetusto, em tempos de falsos santinhos, promessas vans e amizades fáceis, quando tudo se pode resolver de cima de um palanque (o melhor seria picadeiro, mas nesse caso os palhaços são vistos na plateia, daí é palanque mesmo) em discursos inflamados e ávidos em colher crença traduzida nos aplausos da turba que os ovacionam, traduzindo o ardil intento de colher riqueza e poder fáceis nos sorrisos mateiros desta criatura transvertida em homens de bem, mas que na verdade são corvos em busca de desprotegidas searas.
Eleitos por aqueles desavisados, que um dia puderam se sentir um pouquinho mais gente com o tapinha nas costas, com uma palavra amiga de esperança, ou simplesmente por se acharem mais espertos, ao receberem meia dúzia de sacos de cimento, um par de botinas, um botijão de gás, um milheiro de tijolos, o rato transmutado em homem se elege. E como seu eleitor, vende-se na primeira esquina pela atenção do Chefe do Executivo, que ávido por poder, desmandos, desvios e falcatruas, usa esse verme para garantir imunidade à custa da tunga de uma saúde digna, de uma educação de qualidade e de uma segurança confiável, justamente para aqueles mesmos cidadãos que os elegeram. Ai é que todos nós vamos estar na boca de lobo, quando o caminho deveria seguir rumo ao progresso de uma cidade que seria muito melhor para se viver.
Sinto-me especialmente triste quando essa burra unanimidade se volta para outros caminhos mais perniciosos, que podem colocar em risco nossa democracia, ressuscitada à custa de sangue daqueles que tiveram o grito distorcido num “pau de arara” em tantos porões perdidos em nosso colosso de sonho impávido.
No entanto, a tristeza dá espaço ao nojo, a desilusão e indignação quando essa unanimidade burra, age insanamente para perpetuar a laminagem daquele que está de plantão no poder. A ele tudo pode se o “nobre vereador/deputado/senador” é atendido com as migalhas pessoais como por exemplo: o perdão de uma dívida de imposto (arrepia-me saber que pode acontecer com aqueles que outrora se diziam “homens da leis”), o emprego de um parente, o aluguel de um veículo para prefeitura, fornecimento de gasolina, enfim… venda barata e indignas de um homem de bem que, se assim realmente o fosse, se preocuparia bem mais com o povo, o qual deveria representar.
Povo sofrido, traído, roubado e enganado, mas que ainda é forte e sonha com a felicidade ou com a feliz cidade, com um futuro próspero e próximo, sem vermes e lobo a roer-lhes as crenças em um destino mais digno, honrado, menos vil e menos vergonhoso, que tenha nos seus representantes mais próximos, cidadão críticos, independentes e probos e não apenas que tenham seus nomes ligados a adjetivos qualificados como de má gestores ou de malfeitores, mas que de forma altiva e independente, confrontem o estigma da unanimidade burra. Ou pior, burra, vendida e corrupta. Sílvio Carneiro Elias, advogado OAB/GO 12.287. Ipamerí – Goiás.

Comitiva da África do Sul visitou projeto do MCP em Orizona

No último dia 5 de setembro, o MCP – Movimento Camponês Popular, recebe uma comitiva de 20 pessoas, dentre elas um grupo de parlamentares da província de Kwazulu Natal, da África do Sul, além de representantes do governo brasileiro, por meio do Ministério das Cidades e Caixa Econômica Federal, para conhecer o projeto Moradia Camponesa. A visita acontece no município de Orizona.
Ano passado, a Caixa Econômica Federal realizou a 7ª edição do Prêmio Caixa Melhores Práticas em Gestão Local. Em cerimônia ocorrida em Brasília, o programa Moradia Camponesa, desenvolvido pelo MCP, em Goiás, em parceria com a Caixa Econômica Federal e Agehab – Agência Goiana de Habitação, foi selecionado entre os 20 melhores projetos do país, sendo o melhor do meio rural brasileiro. Atualmente, o projeto concorre ao Prêmio Internacional de Dubai 2012 para Melhores Práticas, do programa Habitat da ONU – Organização das Nações Unidas.
Com o sucesso do projeto, diversas organizações e governos de outros países passaram a visitar a experiência para analisar sua replicabilidade. Para tanto, ao receber os visitantes, o MCP contribuiu com questões relacionadas ao impacto, parceria, sustentabilidade, liderança, fortalecimento da comunidade, gênero, inclusão social e inovações.
Para o MCP, a moradia camponesa não é apenas a casa, é o ambiente embelezado com jardins, mata nativa, pássaros, pomar ecológico, hortas, plantas medicinais, recuperação e multiplicação de sementes e mudas crioulas, bem como o conjunto da infraestrutura da vida camponesa como: abastecimento de água, saneamento básico, energia elétrica, tratamento do lixo, cuidados com a higiene da casa, que ampliam a qualidade de vida da família camponesa e torna-se elemento fortalecedor na luta pela permanência na terra.
No MCP, a luta é por moradia camponesa e não apenas por casa. O movimento acredita que é preciso mudar as condições de vida no campo e fazer do meio rural um lugar ainda melhor para se viver, possibilitando que as famílias camponesas permaneçam na terra. E, neste aspecto, a moradia adquire um papel central.
“Poder contribuir com o debate, socializando nossas iniciativas para a melhoria da qualidade de vida e da renda das famílias camponesas do Brasil e dividir essa experiência com nossos irmãos africanos, será um momento de grande enriquecimento para nós pois, a troca de experiências e aprendizado que temos nestes momentos, nos anima ainda mais a continuarmos lutando”, diz Sandra Aparecida Alves, da coordenação nacional do MCP.
Na oportunidade, a comitiva conheceu a moradia de uma família camponesa, além do trabalho social desenvolvido pelo MCP com a organização de camponeses e camponesas em Grupos de Base, o trabalho de resgate, produção, multiplicação, melhoramento participativo de sementes e mudas de variedades crioulas. Também serão apresentadas as propostas de melhoria para a nova etapa do projeto Moradia Camponesa que se iniciou em 2012.

 

Os 7 pecados de um prefeito corrupto

Preste atenção aos sinais que os prefeitos corruptos emitem, os principais são:
1. Sinais exteriores de riqueza: Quando o eleito, amigos e parentes exibem bens de alto valor, adquiridos de uma hora para outra, como pick-ups, imóveis de luxo, jóias. Desconfie também quando o padrão de consumo não for compatível com a renda, como grandes viagens, festas ou despesas em bares e restaurantes.
2. Resistência a prestar contas: Se o prefeito dificulta o acesso à informação, especialmente sobre os gastos da Prefeitura, desconfie. Por lei, todo cidadão tem direito a esse tipo de informação. O município deve deixar à disposição da população, no serviço de contabilidade, uma cópia da prestação de contas do exercício anterior.
3. Falta crônica de verba: O orçamento da Prefeitura é calculado para cobrir os serviços básicos da cidade. Sinais de abandono ou negligência podem ser indicadores de má administração ou desvio de recurso público.
4. Parentes e amigos empregados: Um dos artifícios mais utilizados para o pagamento de favores de campanha é a contratação de correligionários, amigos e parentes no serviço público sem necessidade real.
5. Não divulgação dos gastos públicos (falta de transparência): A Lei Orgânica do Município obriga o prefeito a divulgar diariamente o movimento do caixa do dia anterior. Ele também deve tornar público o balancete mensal da Prefeitura.
6. Transferências de verbas orçamentárias: Remanejamentos de grandes somas são suspeitos. Desconfie de transferências de verbas acima de 5%. O prefeito pode subverter todas as prioridades originais com grandes transferências entre as rubricas. Isso pode em algumas situações ser feito para atender necessidades emergenciais, mas na maioria das vezes é feita para atender interesses eleitorais e pessoais dos prefeitos. É preciso uma análise cuidadosa das transferências e elas deveriam ser analisadas pela Câmara Municipal.
7. Perseguição a outros administradores honestos: Os corruptos tentam eliminar qualquer obstáculo ao seu esquema de enriquecimento ilícito. Um sinal de que há corrupção é quando há perseguição a administradores honestos. Se o seu prefeito comete pelo menos um desses “pecados” fique de olho, reúna provas e denuncie.
Vamos lá cidadãos! Nota: Se alguns destes exemplos estiverem ocorrendo em sua cidade pode ser mera coincidência.

Em 2013 o IF-Campus de Urutaí oferecerá o curso de Medicina Veterinária

O Conselho Superior do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano (IF Goiano), no uso de suas atribuições legais e considerando a Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, o Estatuto do IF Goiano, o Regimento Interno do Conselho Superior e o Parecer nº 007/2012 da Câmara Deliberativa de Ensino do IF Goiano, aprovou, nos termos da ata da II reunião do Conselho, a criação do curso de Graduação em Medicina Veterinária no Campus Urutaí do IF Goiano.
O curso terá a duração de cinco anos (dez períodos), será oferecido em turno integral e ofertará 40 vagas, tendo início no primeiro semestre de 2013, com provas previstas para o vestibular do Processo Seletivo de 2013, que acontecerá no final do segundo semestre desse ano.
O Campus Urutaí possui todos os setores da zootecnia tradicional, além de completa estrutura física para aulas teóricas e práticas, biblioteca e laboratórios de informática. O quadro de profissionais é formado, em sua maioria, por especialistas, mestres e doutores.
Para cursar Medicina Veterinária no Campus Urutaí é necessário concorrer a uma das vagas via Vestibular.

Qual o destino das embalagens vazias de agrotóxicos?

Segundo a Drª Nívea Maria M. Ribeiro, Engenheira Agrônoma da Loja COAPRO de Orizona Goiás, questionada pelo Jornal Positivo sobre a importância de se dar destino certo as embalagens vazias de agrotóxicos, disse: “A preservação do meio ambiente é assunto de extrema importância nos dias atuais pois, estamos de forma direta ou não, contribuindo para destruição do nosso habitat. A produção de alimentos consome uma grande quantidade de agrotóxicos que, mal manejados, causam enormes prejuízos como: a contaminação dos solos, dos recursos hídricos, do ar, além de sérios danos à saúde humana e animal. Por esses e tantos outros motivos é que se torna necessário dar um destino correto às embalagens vazias dos agrotóxicos utilizados.”

O InpEV – Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias – que é uma entidade sem fins lucrativos que representa a indústria fabricante de defensivos agrícolas em sua responsabilidade de destinar as embalagens vazias de seus produtos de acordo com as leis federais, em sua última atualização sobre Unidades de Recebimento de Embalagens (fevereiro 2011), relatou que o Estado de Goiás possui 15 (quinze) Postos e 8 (oito) Centrais de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos.

O Posto de Recebimento mais próximo de Orizona fica em Vianópolis (48 km). As revendas e lojas agropecuárias, que comercializam os agrotóxicos (inseticidas, herbicidas e fungicidas) para utilização na agricultura, geralmente são associadas a algum Posto ou Central de Recebimento.

De acordo com o Decreto n° 4.074, de 4 de janeiro de 2002: a legislação estabelece que o agricultor deve entregar, em um local indicado na nota fiscal pelo revendedor, o vasilhame adequadamente lavado, no prazo de até um ano após sua utilização. Por sua vez, quem comercializa o produto tem a responsabilidade de oferecer locais para receber as embalagens vazias e gerenciar o recolhimento.

Segundo o inpEV,o agricultor deve preparar as embalagens vazias para devolvê-las nas unidades de recebimento, considerando que cada tipo de embalagem deve receber tratamento diferente:

Tríplice Lavagem
1. Esvaziar totalmente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador;
2. Adicionar água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
3. Tampar bem a embalagem e agitar por 30 segundos;
4. Despejar a água da lavagem no tanque do pulverizador;
5. Inutilizar a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;
6. Armazenar em local apropriado até o momento da devolução.
Lavagem Pressão
1. Após o esvaziamento, encaixar a embalagem no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
2. Aclonar o mecanismo para liberar o jato de água limpa;
3. Direcionar o jato de água para todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos;
4. A água de lavagem dever ser transferida para o interior do tanque do pulverizador;
5. Inutilizar a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;
6. Armazenar em local apropriado até o momento da devolução.
A Loja COAPRO é associada à AGERPA (Associação Goiana dos Empresários Revendedores de Produtos Agropecuários) que tem como Unidade de Recebimento a Central de Recebimento de Embalagens Vazias de Goiânia que fica localizada na Rod. GO 020 km 8 – saída para Bela Vista – Fundo Cemitério Parque Memorial, zona rural – Goiânia – GO.
Portanto, ajudar na preservação do meio ambiente é um dever de todos nós, conscientizem e devolvam as embalagens vazias de agrotóxicos, assim estaremos contribuindo para um mundo melhor.
Nívea Maria M. Ribeiro, Eng. Agrônoma – Loja COAPRO – Orizona – GO. CREA – 15427/D-Goiás.