terça-feira, fevereiro 3, 2026
Home Blog Página 340

Bruno Covas recebe alta após quinta sessão de quimioterapia

Boletim médico diz que prefeito já está apto a voltar às atividades. O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, recebeu alta hoje (27) do hospital Sírio-Libanês, na capital paulista, onde estava internado desde ontem para fazer a quinta sessão de quimioterapia contra um câncer na região do estômago e esôfago. De acordo com boletim médico, Covas já está apto para voltar a exercer normalmente suas atividades na prefeitura. 

“O prefeito Bruno Covas, internado desde ontem, submeteu-se à quinta sessão de quimioterapia. Ele encontra-se em ótimo estado geral e, até o momento, não apresenta efeitos adversos. Ele já recebeu alta e está apto a exercer suas atividades”, diz o texto do boletim médico.

No dia 23 de outubro, Bruno Covas, de 39 anos, foi internado para tratamento de uma erisipela. Dois dias depois, os médicos diagnosticaram uma trombose venosa das veias fibulares e exames subsequentes apontaram tromboembolismo pulmonar e câncer.

Covas foi diagnosticado com adenocarcinoma, um tipo de câncer na região de transição do esôfago para o estômago, além de uma metástase no fígado e uma lesão nos linfonodos.

Publicado Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

Bolsonaro sanciona lei que pune incitação ao suicídio pela internet

0

Pena será dobrada para atos cometidos em rede sociais ou live. O presidente Jair Bolsonaro sancionou hoje (27) a Lei 13.968/2019, que aumenta pena para quem incentivar o suicídio ou à automutilação de uma pessoa por meio da internet. Com a sanção da norma, aprovada anteriormente pelo Congresso, a pena para o crime de incitação ao suicídio, que varia entre seis meses a dois anos prisão, será dobrada se a conduta tiver ocorrido pela internet, rede social ou transmissão ao vivo. 

A noma também prevê o dobro da pena se a incitação envolver menores de idade ou tiver sido praticada por “motivo egoístico, torpe ou fútil”. Se o crime for praticado contra menor de 14 anos ou contra quem não tem “necessário discernimento para a prática do ato”, a conduta será enquadrada como homicídio, cuja pena é de seis a 20 anos de prisão. 

Neste ano, além da punição para quem estimula o suicídio e à automutilação pela internet, o governo federal também criou a Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio.

A Lei nº 13.819, que instituiu o programa, estabeleceu que as escolas, tanto públicas como privadas, notifiquem aos conselhos tutelares toda suspeita ou ocorrência confirmada envolvendo violência autoprovocada. As unidades de saúde, por sua vez, ficam obrigadas a reportar os episódios às autoridades sanitárias. Com essa medida, o governo  pretende manter atualizado um sistema nacional de registros detectados em cada estado e município, para que possa dimensionar a incidência de automutilação e suicídio em todo o país.

Publicado Por André Richter – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Estado Islâmico executa mais 11 cristãos na Nigéria

0

Ação foi, segundo o grupo, “mensagem para cristãos do mundo inteiro”. Uma facção nigeriana do grupo jihadista Estado Islâmico divulgou, neste Natal, vídeo de quase um minuto, durante o qual 11 homens são executados, um a tiro e os restantes decapitados. O grupo afirmou que se tratava de cristãos e a intenção com as execuções foi, segundo um dos islamitas, “uma mensagem para os cristãos do mundo inteiro”.

O grupo nigeriano responsável pelas mortes seria proveniente de uma cisão no grupo islamista nigeriano Boko Haram, que mudou de campo e assumiu o nome Província da África Ocidental do Estado Islâmico (Iswap na sigla em inglês).

O vídeo de 56 minutos, gravado “nas últimas semanas” numa localidade do estado de Borno, no nordeste nigeriano, foi produzido e publicado dia 26 de dezembro à noite, pela agência Amaq, o órgão de propaganda do Estado Islâmico.

De acordo com a mensagem, os cristãos foram executados para vingar a morte do líder do grupo, Abu Bakr al-Bagdhadi, e do seu porta-voz, Abul-Hasan Al-Muhajir, numa operação norte-americana na Síria.

A operação dos EUA, que resultou na morte dos dois líderes, ocorreu em outubro de 2019. Quase dois meses depois, em 22 de dezembro, o Estado Islâmico anunciou nova campanha para “vingar” as mortes. Desde então, uma série de ataques ocorreu em vários países.

Na África, os principais alvos têm sido as forças militares e as comunidades cristãs, procurando conversões forçadas ao islamismo e executando quem se recusa.

Em sua mensagem de Natal, o papa Francisco denunciou esses ataques. O pontífice desejou conforto àqueles que são perseguidos pela fé religiosa, especialmente missionários e membros dos grupos de fiéis que foram raptados, além das vítimas dos ataques de grupos extremistas, particularmente em Burkina Faso, no Mali, Níger e na Nigéria.

Publicado Por RTP – Lisboa / Agencia Brasil / Emissora pública de televisão de Portugal

Gás de cozinha fica 5% mais caro a partir de hoje

0

Preço final ao consumidor dependerá de repasse pelas distribuidoras. A partir de hoje (27), o gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha, fica em média 5% mais caro para as distribuidoras. O reajuste foi confirmado pela Petrobras e se refere ao preço à vista e sem tributos. O preço final ao consumidor depende do repasse feito pelas distribuidoras.

Ontem, a estatal anunciou que renovou o contrato com 12 distribuidoras estaduais a partir de janeiro, “com base em uma nova fórmula de preço da molécula de gás indexada ao preço do petróleo”. São elas GásBrasiliano, São Paulo Sul, Comgás (parcialmente), BR Espírito Santo, Gasmig, CEG, CEG-RIO, Algás, Bahiagás, Sergás, Potigás e Pbgás.

Com isso, a Petrobras estima que o preço do produto possa ter uma redução média imediata de 10% em relação aos contratos anteriores, considerando o preço do petróleo na faixa de US$ 60/bbl.

Publicado Por Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro

Deputado admite desgaste com projetos polêmicos, mas justifica: “mal necessário”

O deputado Amauri Ribeiro (Patriota) admitiu que os projetos enviados pelo governo no fim deste ano, como as reformas da Previdência e dos Estatutos do Servidor e do Magistério, causaram desgaste aos parlamentares da base.

No entanto, para Ribeiro, as medidas foram “um mal necessário para que o Estado sobreviva”. Apesar de ter ciência do desgaste, o parlamentar não se preocupa. “A partir do momento que entrei numa campanha política, os desgastes acontecem naturalmente. Esse é um grande desgaste, mas acredito que o governo no futuro os recuperará”, ponderou.

Para melhorar a imagem junto ao funcionalismo público, Amauri Ribeiro conta com o cumprimento de promessas de Caiado, quanto à revisão da data-base dos servidores e também da titularidade de professores. “O governo fez um compromisso com a base de rever essa questão da titularidade”, pontuou.

O deputado também acredita que a base mostrou força no diálogo com o governo e impediu mais prejuízos aos servidores nos projetos votados neste fim de ano. “Conseguimos alguns ganhos. A alíquota subiria a 8% a contribuição do funcionalismo, e a base conseguiu que isso fosse retirado. Também conseguimos a igualdade da Polícia Civil com a Polícia Federal”, cita.

Publicado por Diário de Goiás.

Bolsonaro extingue prisão disciplinar para PMs e bombeiros

Decisão está publicada no Diário Oficial desta sexta-feira. Publicado hoje (27), no Diário Oficial da União, o Projeto de Lei Complementar (PLC) 148/2015, sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro, que extingue a pena de prisão disciplinar para as polícias militares (PM) e os corpos de bombeiros militares dos estados, territórios e do Distrito Federal.

A norma altera o Artigo 18 do Decreto-Lei nº 667, de 2 de julho de 1969, e determina que essas corporações sejam regidas por um Código de Ética e Disciplina, aprovado por lei estadual específica. “As polícias militares e os corpos de bombeiros militares serão regidos por Código de Ética e Disciplina, aprovado por lei estadual ou federal para o Distrito Federal, específica, que tem por finalidade definir, especificar e classificar as transgressões disciplinares e estabelecer normas relativas a sanções disciplinares, conceitos, recursos, recompensas, bem como regulamentar o processo administrativo disciplinar e o funcionamento do Conselho de Ética e Disciplina Militares”.

Ainda de acordo com a lei, nesses casos deverão ser observados princípios como dignidade da pessoa humana, legalidade, presunção de inocência, devido processo legal, contraditório e ampla defesa, razoabilidade e proporcionalidade, vedação de medida privativa e restritiva de liberdade.

Pela norma, os estados e o Distrito Federal têm prazo de 12 meses para regulamentar a implementar a lei.

Em nota, o Palácio do Planalto destaca que, segundo os autores da proposta – os deputados federais Subtenente Gonzaga(PDT-MG) e Jorginho Mello (PL-SC) – “a valorização dos policiais e bombeiros militares passa necessariamente pela atualização dos seus regulamentos disciplinares, à luz da Constituição cidadã de 1988, impondo, por consequência, sua definição em lei estadual específica, com fim da pena de prisão para punições de faltas disciplinares, o devido processo legal, o direito à ampla defesa, ao contraditório e o respeito aos direitos humanos”.

Publicado Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Decreto que extingue cargos não deve afetar trabalho de agentes comunitários e de endemias em Goiás

O decreto do governo Federal que extinguiu mais de 27.500 cargos efetivos do seu quadro de pessoal tem impacto principal no Ministério da Saúde: na pasta estão cerca de 81% do total de cargos a serem extintos em um número que chega a 22.476. Desse total que afeta o Ministério da Saúde, 10.661 são de agente de saúde pública.

O presidente do Sindicato dos Agentes de Saúde em da Região Centro Sul, Josué Alves Ribeiro, explica que os cargos que serão extintos não são dos já conhecidos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) ou Agentes Comunitários de Endemias (ACE): “são os antigos funcionários da Sucam (Superintendência de Campanhas de Saúde Pública), devido a nomenclatura ser bastante semelhante à nossa gerou toda essa dúvida”, afirmou.

Ele lembra que os agentes comunitários de saúde e agentes de endemias são cargos protegidas pela lei Ruth Brilhante, promulgada em 2018.

Segundo ele, o trabalho em Goiás segue normalmente com as ações de combate ao Aedes Aegypti pelos agentes de endemias, como na prevenção e acompanhamento das famílias por parte dos agentes comunitários de saúde.

Para ele, dificilmente o programa de agentes de saúde do SUS acabará. “A mobilização nacional, estadual e nos municípios por parte dos Agentes de Saúde é muito forte, existe sim algumas mudanças acontecendo no âmbito do trabalho da categoria, porém são mecanismos que vem dinamizar o dia a dia de todos”. Ele acrescenta: “A Federação Estadual dos ACS e ACE está ligada em tudo que acontece relacionado a categoria, com isso podemos dizer que dificilmente extinguiram mais de 300 mil cargos em todo país”.

Josué lembra que em alguns municípios, como em Senador Canedo, município onde também atua como Presidente do Conselho Municipal de Saúde, os agentes comunitários de saúde já trabalham com tablete o que ajuda na atuação da categoria.

Outros cargos

Já o presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal em Goiás (Sintesp/GO), Ademar Rodrigues, o governo Bolsonaro está tentando “acabar do SUS, que depende muito do serviço federal”. Segundo os dados do Sindicato, no quadro pessoal da saúde 65% já estariam aposentados e em quatro anos o restante que ainda está na ativa deve ser aposentar. Assim, cerca de 300 vagas estariam extintas no Estado.

Ele lembra que atualmente a questão da vigilância epidemiológica se concentra por parte dos municípios e Unidades Federativas, porém, outros postos importantes (como enfermeiras e médicos) deixariam de existir e segundo Ademar, afetaria serviços em Goiás.

Ademar também cita que a municipalização dos agentes comunitários deixa de cobrir parte de zonas rurais dos municípios, o que para ele está ligado a volta de doenças como sarampo, leishmaniose, malária, etc. “Isso porque os órgãos como a Sucam, faziam trabalho de campo na área rural, hoje não estão mais cobertos. Esperávamos recuperar, estava planejado uma força-tarefa nacional para quando surgisse epidemia ela fosse controlada, mas isso não foi realizado”, lamenta.

Publicado por Diário de Goiás – Sara Queiroz