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Santa Cruz recebe o Projeto “Saúde em movimento”

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Santa Cruz de Goiás, recebeu nesta segunda-feira, 31 de julho, o programa “Saúde em movimento”, coordenado pela Deputada Federal, Flávia Moraes e o Deputado Estadual Dr. George Moraes. Confira na reportagem de Washington Luiz e Thayson Kauã.

Novo remédio para hepatite C

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Novo remédio para hepatite C poderá baixar custo do tratamento no SUS

Economia para os cofres públicos pode chegar a 20%.

O novo medicamento ravidasvir, utilizado em combinação com sofosbuvir, que o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) detém o registro, poderá reduzir em até 20% o custo do tratamento de hepatite C pelo Sistema Único de Saúde (SUS), hoje entre R$ 6,2 mil e R$ 6,5 mil por paciente. A estimativa é feita pelo diretor de Farmanguinhos, Jorge Mendonça.

Por intermédio de Farmanguinhos, a Fiocruz assinou nessa semana acordo de parceria para registro do ravidasvir na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A parceria técnica e científica foi firmada com a organização não governamental (ONG) Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDi) e a farmacêutica egípcia Pharco Pharmaceuticals.

À Agência Brasil, Jorge Mendonça detalhou que a farmacêutica egípcia Pharco fez testes, em conjunto com a DNDi, para mostrar a efetividade do ravidasvir, juntamente com o sofosbuvir, nas populações da Tailândia e da Malásia. Foi registrado percentual de cura, na média, de 97%. “Uma média bastante alta, comparada com padrões mais modernos utilizados para tratamento efetivo da hepatite C”. A hepatite C é uma inflamação do fígado provocada pelo vírus HCV que, quando crônica, pode levar à cirrose, à insuficiência hepática e ao câncer.

Etapas

Após a assinatura do acordo, Mendonça explicou que a próxima etapa será submeter o medicamento para aprovação na Anvisa. Em seguida, esperar o registro ser publicado pela Agência para, posteriormente, fornecê-lo ao Ministério da Saúde para tratamento da hepatite C, em conjunto com o sofosbuvir. Jorge Mendonça estima que esse é um processo longo, que deverá levar entre um ano a um ano e meio.

“Contudo, a gente entende que quanto mais ofertas para o tratamento da hepatite C estiverem disponíveis no SUS, a gente traz mais possibilidades para os médicos e mais possibilidades para os pacientes usarem medicamentos que são de primeira linha e que podem trazer mais conforto e mais adesão ao tratamento por parte desses pacientes”, manifestou o diretor de Farmanguinhos.

Além do sofosbuvir, Farmanguinhos já detém o registro do antiviral daclatasvir, o que reforça o papel do Instituto como apoiador do Complexo Econômico Industrial da Saúde (Ceis) e promotor da independência nacional no tratamento da hepatite C. “Durante muito tempo, não havia muitas opções de tratamento eficazes para a hepatite C. Agora, porém, com os medicamentos desenvolvidos por Farmanguinhos, já há chances de cura”, diz Mendonça.

“Hoje em dia, é um tratamento, em média, de 12 semanas, com taxa de cura efetiva acima de 95%”. O diretor analisou que com o registro do Ravidasvir, não haverá aumento da taxa de cura. “Mas a gente pode, no futuro, que é um dos objetivos da transferência do Ravidasvir também, reduzir o custo do tratamento para o SUS e, com isso, a chance de aumentar o acesso das populações atualmente não atendidas também se torna mais sustentável pelo SUS”.

O principal objetivo do registro do Favidasvir é que a Fiocruz consiga contribuir para a sustentabilidade orçamentária desse programa de tratamento das hepatites virais pelo SUS, que é bastante custoso para o Ministério da Saúde, argumentou Jorge Mendonça. 

Busca ativa

Segundo o Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais, divulgado pelo Ministério da Saúde em junho de 2022, foram confirmados 718.651 casos de hepatites virais no Brasil registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), no período de 2000 a 2021. Desse total, 168.175 (23,4%) são referentes aos casos de hepatite A, 264.640 (36,8%) aos de hepatite B, 279.872 (38,9%) aos de hepatite C e 4.259 (0,6%) aos de hepatite D.

Como se desconhecem os casos ocorridos durante a pandemia da covid-19, Jorge Mendonça disse que o próximo passo que os programas de hepatites virais do mundo vão dar é chamado de “busca ativa”. Ou seja, em vez de ficar esperando o paciente vir em busca de tratamento, serão feitas testagens em massa para tratar esses pacientes, já que a hepatite C, nos primeiros momentos e até nos primeiros anos da doença, não traz sintomas. A ideia é buscar esses indivíduos e tratar logo antes que a hepatite C fique crônica nele. “Isso é fundamental para efetividade do tratamento e para a saúde do paciente”, conclui Mendonça.

Edição: Aline Leal/Publicado em 22/07/2023 – 16:42 Por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Felipe Dias recebeu a deputada Marussa

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A equipe de reportagem do Jornal Positivo esteve na sede da Fazenda do prefeito de Orizona, Felipe Dias, na tarde desta sexta-feira, 21 de julho, para acompanhar importante reunião com a Deputada Federal, Marussa Boldrin, que avaliou a importância do encontro com lideranças do município,
confira:

Brasil não é autossuficiente na produção de leite

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“É uma vergonha o Brasil não ser autossuficiente na produção de leite”, opina Amarildo Gonçalves 

O produtor rural e pecuarista afirma que o problema central é a falta de incentivo do setor público que favorece o alto custo e a baixa produtividade.

A Estância Tamburil, referência em produção de vacas leiteiras no Estado de Goiás, vai realizar, no próximo sábado (22), o 1º Encontro Tamburil do Leite de Goiás, na sede, em Bela Vista. O objetivo do evento é unir o segmento de produtores de leite e discutir iniciativas em prol de melhorias no setor. Para o produtor rural e fundador da Estância, Amarildo Gonçalves, uma das principais questões é a insuficiência na produção do leite no país e falta de incentivo do setor público.

De acordo com Amarildo, apesar do Brasil ser referência em melhoramento e produção de vacas leiteiras, não é o melhor em produção de leite em relação a outros países. “O Brasil não é autossuficiente mais no leite. É uma vergonha, um país com dimensões geográficas do tamanho do nosso não ser autossuficiente”, opina o pecuarista.

Nesse sentido, falta leite para abastecer a indústria, o que motiva a atual situação de aumento da importação de leite de outros países produtores. A indústria do leite aumentou a importação porque a produção não atende a demanda. Associado a isso, está o problema histórico do alto custo de produção e baixa produtividade, ou seja, o número de litros produzido por cabeça de vaca. Entre as principais questões, está a baixa remuneração do produtor. Hoje, o litro do leite está saindo a R$ 2,80 por litro, segundo a cotação do Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (IFAG).

“Nos anos anteriores o Brasil importou de 5 a 6%, hoje nós temos histórico que está exportando de 10 a 12%, em função de que esses grandes laticínios estão importando esse leite. E um dos nossos encontros é chamar a atenção dos governantes, das pessoas, para que seja coibida essa importação”, destaca Amarildo.

A prática impacta a economia do Estado, que depende do setor. Outra problemática apontada por ele é que o leite importado não segue as mesmas diretrizes e padrão de qualidade do leite produzido aqui. “A gente não sabe o que está importando, não sabendo a qualidade desse leite, se tem colostro no meio, tem sangue, se tem medicamento, que tipo de coisa, porque as exigências para a importação não são as mesmas que existem para a produção aqui no Brasil”, ressalta.

Com a realidade atual, o setor encontra impasses para o fortalecimento da produção. “Nós temos muita dificuldade. O produtor de leite está a mercê da sua própria sorte. Ele não tem nenhum tipo de financiamento que ajuda ele hoje. Infelizmente, com essa alta taxa de juros o produtor de leite é forçado a ir buscar recursos em bancos comerciais, e a atividade não remunera dessa forma, então é preocupante”, explica Amarildo.

Por fim, o representante da Tamburil afirma que a promoção do encontro busca, exatamente, apresentar a problemáticas às autoridades e discutir ações. “Falta política para o setor, nós não temos política de investimento. Hoje o setor está aí, sem orientação, por isso a gente está fazendo esse encontro onde vamos tentar esclarecer, fazer palestras, abrir debate, chamar a atenção das pessoas para mostrar a importância do leite para o setor”, pontua.

O evento vai receber representantes de toda a cadeia do leite: produtores, laticínios, cooperativas, associações, sindicatos, pesquisadores, pesquisadores e especialistas da área. Além disso, segundo Amarildo, foram convidados também autoridades a níveis federais e estaduais, com previsão de participação do vice-governador de Goiás, Daniel Vilela e de ministros.

Por LUANA CARDOSO / Estagiária de Jornalismo do convênio entre a UFG e o Diário de Goiás.

Publicado por Diário de Goiás.

Duplicação da GO 020 vai ser rápida

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A duplicação da GO. 020 vai ser fatiada para agilizar a execução da obra.
O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, deputado Bruno Peixoto, falou ao repórter do Jornal Positivo e Diário de Goiás, Altair Tavares, sobre a participação da ALEGO na duplicação da GO 020, trecho de Bela Vista a Catalão, inclusive esclarecendo sobre o projeto e a execução da obra que será partilhada para ser feita mais rápido. Confira:

Entrevista com Murilo Vitorino

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Murilo Vitorino, Presidente do Republicanos em Pires do Rio, concedeu entrevista ao Jornal Positivo e falou sobre as pretensões do partido, avaliou o governo estadual e a administração da prefeita Cida Tomazini. Confira:

Arthemio, jovem, trabalhador e articulador

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Arthemio Rodrigues, assessor do Deputado Estadual Antônio Gomide, talvez seja um dos jovens mais influentes na política de Palmelo e Região.

Arthemio, tem trabalhado e está articulando para estruturar o PT (partido dos trabalhadores) e fortalecer a esquerda na região.

Muito dinâmico e determinado tem sido um dos responsáveis por vários benefícios destinados a Palmelo, considerada a Capital Espírita do Brasil. Através dos contatos políticos que possui já conseguiu emendas para cultura, saúde, construção de uma quadra de esportes e até um ônibus escolar.

Em rápida passagem por suas redes sociais fica claro o engajamento com políticos em várias esferas, inclusive, no Governo Federal.

Apesar de não confirmar uma eventual candidatura ao executivo de Palmelo, Arthemio é sondado por grupos e partidos políticos da cidade. Política é assim mesmo. Por isso é considerada uma verdadeira arte em todos os aspectos.

É aguardar para ver!