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Presidente do BNDES é o convidado do Sem Censura desta segunda-feira
Programa vai ao ar às 21h30, ao vivo, na TV Brasil
O Sem Censura recebe, nesta segunda-feira (19), o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social -(BNDES), Gustavo Montezano. No programa, serão abordadas as ações e desafios do principal instrumento do governo federal para promover investimentos de longo prazo na economia brasileira. Montezano também comentará as perspectivas de investimentos e a retomada da economia brasileira.
Apresentado pela jornalista Marina Machado, o programa será transmitido ao vivo, às 21h30, em rede, na TV Brasil. Participam como debatedores convidados desta edição os jornalistas Rudolfo Lago, do Congresso em Foco, e Fernando Exman, do Valor Econômico.

Presidente do BNDES é o convidado do Sem Censura desta segunda – Arte/EBC
Gustavo Montezano é mestre em Economia pela Faculdade de Economia e Finanças (IBMEC-RJ) 2007 e graduado em Engenharia Mecânica e de Automóvel pelo Instituto Militar de Engenharia (IME-RJ), em 2003. Atuou como COO da ECTP (BTG Commodities), baseado em Londres, e anteriormente era o sócio-diretor do BTG Pactual, responsável pela divisão de crédito corporativo e estruturados, em São Paulo. Iniciou sua carreira como analista de Private Equity no Opportunity, no Rio de Janeiro. Ocupou o cargo de Secretário Especial Adjunto de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia. Em julho de 2019 tomou posse como presidente do BNDES.
O programa Sem Censura em seu novo formato, semanal, explora perguntas dos debatedores convidados e as respostas do entrevistado em um bate papo direto, com ritmo ágil e linguagem clara e conta com a interação do público que pode enviar perguntas viaFacebook, Twitter e YouTube com a hashtag #novoSemCensura.
Ao vivo e on demand
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Sem Censura – Gustavo Montezano
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Segunda-feira, 19 de julho, às 21h30, na TV Brasil
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Publicado em 19/07/2021 – 07:43 Por EBC – Brasília
Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 6,31%
Previsão para expansão do PIB variou de 5,26% para 5,27% em 2021
A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, deste ano subiu de 6,11% para 6,31%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (19), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.
Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,75%. Para 2023 e 2024, as previsões são de 3,25% e 3,06%, respectivamente.
A projeção para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.
No mês passado, a inflação desacelerou para 0,53%, depois de chegar a 0,83% em maio. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 3,77% no ano e 8,35% nos últimos 12 meses.
Taxa de juros
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 4,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).
Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2021 em 6,75% ao ano. Para o fim de 2022, a estimativa é que a taxa básica suba para 7% ao ano. E tanto para 2023 como para 2024, a previsão é 6,50% ao ano.
Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem dificultar a recuperação da economia. Na hora de definir os juros cobrados dos clientes, os bancos consideram outros fatores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.
Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.
PIB e câmbio
As instituições financeiras consultadas pelo BC ajustaram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 5,26% para 5,27%. Para 2022, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 2,10%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,50%.
A expectativa para a cotação do dólar se mantém em R$ 5,05 ao final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,20.
Edição: Kleber Sampaio
Publicado em 19/07/2021 – 09:22 Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Anvisa autoriza análise da eficácia de dose de reforço da AstraZeneca
Também foi autorizado estudo sobre medicamento proxalutamida
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta segunda-feira (19), a realização de estudo clínico para avaliar a segurança, a eficácia e a imunogenicidade da aplicação de terceira dose da vacina contra covid-19 da AstraZeneca.
Segundo a Anvisa, o estudo inicial será feito em participantes que já receberam as duas doses do imunizante, com um intervalo de quatro semanas entre as aplicações. A dose de reforço será aplicada de 11 a 13 meses após a segunda dose.
A Anvisa explica que trata-se de um estudo de fase três, em que o voluntário não saberá o que tomou: se uma dose da vacina ou de placebo.
Voluntários
“Serão incluídos voluntários com idade entre 18 e 55 anos, que estejam altamente expostos à infecção com o novo coronavírus, como profissionais de saúde. Não serão incluídas gestantes ou pessoas com comorbidades”, explica a agência, em nota.
Segundo informou a Anvisa, o estudo, patrocinado pela AstraZeneca, será realizado somente no Brasil, nos estados da Bahia (1,5 mil voluntários), Rio de Janeiro (1,5 mil), Rio Grande do Sul (3 mil), Rio Grande do Norte (1,5 mil) e São Paulo (2,5 mil).
Após a quebra do “cegamento da pesquisa”, quando os voluntários ficam sabendo se receberam a vacina ou o placebo, todos os participantes do grupo placebo serão convidados a tomar a dose de reforço.
Proxalutamida
Nesta segunda-feira, também foi autorizada a realização de um estudo clínico para avaliar a segurança e a eficácia do medicamento proxalutamida na redução da infecção viral causada pelo novo coronavírus e no processo inflamatório provocado pela covid-19.
O estudo é de fase três e avaliará a eficácia e a segurança da substância em participantes ambulatoriais do sexo masculino com covid-19 de leve a moderada.
O estudo é patrocinado pela empresa Suzhou Kintor Pharmaceuticals, sediada na China, e será realizado na Alemanha, Argentina, África do Sul, Ucrânia, México, Estados Unidos e Brasil, onde participarão 12 voluntários do estado de Roraima e 38, de São Paulo.
Nesse domingo (18), o presidente Jair Bolsonaro disse que pediria estudos sobre o uso do medicamento no Brasil.
Publicado em 19/07/2021 – 10:19 Por Antônio Claret Guerra – Repórter da Agência Brasil – Belo Horizonte
Covid-19: Vila Olímpica é segura e casos eram esperados, diz McCloskey
Três atletas hospedados no local testaram positivo para o vírus
Os Jogos Olímpicos de Tóquio já tiveram casos positivos de coronavírus antes da cerimônia de abertura, mas o especialista em saúde Brian McCloskey afirmou que isso era esperado e que o total está abaixo do imaginado para este momento.
A jogadora de tênis norte-americana Coco Gauff testou positivo para covid-19 antes de embarcar. Outros atletas testaram positivo no aeroporto após chegarem ao Japão ou dentro da bolha da Vila Olímpica dos atletas.
“O que estamos vendo é o que esperávamos”, disse McCloskey, um dos principais conselheiros dos Jogos, em entrevista coletiva na segunda-feira (19). “Fazemos os testes porque eles são uma maneira de filtrar [as pessoas com covid-19]”. “Nós as identificamos cedo, nós as isolamos de outras pessoas. É esperado. Cada camada de filtragem é uma redução de risco. Os números que estamos vendo são menores, talvez menores do que estávamos esperando”, disse.
McCloskey, presidente do painel independente de especialistas aconselhando os organizadores em medidas de mitigação da covid-19, afirmou que não há como ter 100% de certeza que nenhum atleta será infectado, mas as medidas que estão em ação reduzem esse risco consideravelmente.
Questionado se a Vila Olímpica é segura, McCloskey disse: “Sim… quanto mais você ficar na vila, menos provável que teste positivo, porque estamos filtrando as pessoas.”
McCloskey, que em 2012 estava no comando da Agência de Proteção de Saúde do Reino Unido em preparação para a Olimpíada de Londres, disse que não queria determinar um número de quantos casos seriam um sucesso para os Jogos.
Publicado em 19/07/2021 – 11:03 Por Karolos Grohmann – Tóquio
Hamilton é vítima de ofensas racistas nas redes após GP da Inglaterra
Ataques começaram horas após a vitória do heptacampeão em casa
Hamilton foi vítima de ofensas racistas na internet após vencer o Grande Prêmio da Inglaterra, em Silverstone, com o Facebook afirmando nesta segunda-feira (19) que havia removido vários comentários do Instagram.
O heptacampeão mundial comemorou sua oitava vitória em casa neste domingo (18), após superar uma punição de 10 segundos por uma colisão na primeira volta que terminou com o rival Max Verstappen no hospital.
O piloto de 36 anos da Mercedes foi vítima de ofensas online horas depois da vitória, com mensagens racistas, incluindo emojis de macacos, sendo enviadas a uma publicação da sua equipe Mercedes no Instagram.
“As ofensas racistas direcionadas a Hamilton durante e depois do Grande Prêmio da Inglaterra são inaceitáveis e nós removemos vários comentários do Instagram”, afirmou um porta-voz do Facebook, proprietário do Instagram, em um comunicado.
Em um comunicado conjunto, Mercedes, a Fórmula 1 e a entidade administrativa dos esportes a motor, a FIA, condenaram as ofensas contra Hamilton e pediram punição aos culpados.
“Essas pessoas não têm lugar no nosso esporte e pedimos que os autores sejam responsabilizados pelas suas ações”, disse o comunicado.
A Red Bull, equipe de Verstappen, que havia criticado enfaticamente a pilotagem de Hamilton no domingo (18), se juntou à condenação.
“Embora sejamos ferozes rivais na pista, estamos todos unidos contra o racismo”, afirmou a equipe, em um comunicado. “Nós condenamos as ofensas racistas de qualquer tipo direcionadas ao nosso time, aos nossos concorrentes e aos nossos torcedores.”
Hamilton tem sido um ativista por justiça social e apoiador do movimento “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam).
* Reportagem adicional de Alan Baldwin
Publicado em 19/07/2021 – 11:41 Por Shrivathsa Sridhar – Bengaluru (Índia)
Capital fluminense vacina pessoas de 36 e 35 anos nesta semana
O calendário da vacina contra covid-19 foi acelerado na cidade
O calendário da vacinação contra a covid-19 na capital do Rio foi acelerado. Até o fim de julho haverá apenas duas faixas de idade por semana. Nesta semana, serão vacinadas as pessoas de 36 e 35 anos. Na próxima, recebem a imunização pessoas na faixa de 34 e 33 anos.
Nas duas semanas, a Secretaria Municipal de Saúde decidiu fazer as repescagens na quarta-feira (21) e no sábado (24). Depois de amanhã, para 36 anos ou mais, e no último dia da semana, a partir de 35 anos. Na próxima semana, a quarta-feira (28) será exclusiva para a repescagem de quem tem 34 anos ou mais e no sábado (31), a partir dos 33 anos.
A vacinação da população adulta com mais de 18 anos termina no dia 18 de agosto. A prefeitura do Rio de Janeiro divulgou calendários com marcações até o fim do ano. Pela previsão, toda a população a partir de 12 anos estará imunizada com as duas doses até o fim novembro.
Entre 23 de agosto e 10 de setembro, a imunização com primeira dose será para os adolescentes entre 12 e 17 anos.
Meta
A meta da prefeitura é imunizar pelo menos 90% da população elegível, no total de 4,7 milhões de pessoas. Além disso, a Secretaria Municipal de Saúde vai fazer, em setembro, uma busca ativa pelas pessoas que ainda não tomaram a segunda dose de vacina contra covid-19.
De acordo com dados atualizados hoje (19) pela secretaria, a primeira dose (D1) foi aplicada em 3.505.527 pessoas na capital; a segunda dose (D2), em 1.296.680 e a dose única, em 135.559 pessoas. No total, foram aplicadas 4.937.766 doses.. A cobertura com primeira dose ou dose única chegou a 54% da população do Rio e com a segunda dose, a 21,2%.
Para o secretário de Saúde, Daniel Soranz, é importante alcançar o máximo de pessoas imunizadas na cidade. Ele alertou que as pessoas precisam garantir a dose da vacina na data prevista nos calendários, sem preferência por fabricante na hora da vacinação.
Depois de receber o imunizante, é fundamental que as pessoas fiquem atentas à data de retorno para a segunda dose, que é anotada a lápis no comprovante de vacinação.
A secretaria recomendou ainda que aqueles que estiverem com a segunda dose em atraso, retornem ao local de vacinação onde tomou a D1 o quanto antes, para completar a proteção contra a covid-19. A secretaria reforçou que todas as vacinas oferecidas são comprovadamente eficazes e seguras.
Ao todo, a cidade tem 280 pontos de vacinação que funcionam de segunda-feira a sábado para facilitar o acesso da população.
A lista dos locais, os horários de funcionamento, o calendário de vacinação e mais informações sobre grupos prioritários, documentos, entre outras questões estão disponíveis no endereço coronavirus.rio/vacina e nas redes sociais da Secretaria de Saúde e da prefeitura.
Publicado em 19/07/2021 – 11:16 Por Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro
Atualizado em 19/07/2021 – 12:12

