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Ano novo terá 11 feriados nacionais em dias de semana

O ano de 2020 promete mais dias de descanso do que 2019. Dos 12 feriados nacionais, 11 caem em dias de semana e dez podem ser emendados com sábados e domingos. A lista não inclui os feriados estaduais e feriados municipais.

Arte do calendário de 2020 com feriados

Dez feriados poderão ser emendados com sábados e domingos.  (Arte/Agência Brasil)

As exceções aos feriados colados ao fim de semana são 1º de janeiro (Confraternização Universal), caindo em uma quarta-feira; 21 de abril (Tiradentes), que será em uma terça-feira e o Corpus Christi (11 de junho), que sempre cai às quintas-feiras 60 dias após a Páscoa.

Páscoa e carnaval são feriados alongados em todos anos. A Paixão de Cristo (sexta-feira) será no dia 10 de abril. A segunda-feira e a terça-feira de carnaval cairão nos dias 24 e 25 de fevereiro, respectivamente.

Além desses dias, os brasileiros poderão emendar com o fim de semana o Dia do Trabalho (1º de maio) que cai numa sexta-feira, assim como o Natal (25 de dezembro).

Para quem não gosta das segundas-feiras, a boa notícia é que os feriados da Independência do Brasil (7 de setembro), de Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro) e de finados (2 de novembro) cairão nesse dia da semana.

Com tanto feriado, há quem preveja perdas econômicas. “O varejo nacional deve deixar de faturar R$ 11,8 bilhões em 2020 por causa de feriados nacionais e pontes ao longo do ano. O total é 53% maior do que a perda prevista para 2019, de R$ 7,6 bilhões”, calcula a Federação do Comércio de São Paulo.

Outros setores de atividade econômica festejam como é o caso do turismo. “No ano passado, os feriados prolongados resultaram em 13,9 milhões de viagens, que injetaram R$ 28,84 bilhões na economia brasileira”, soma o Ministério do Turismo (MTur).

Segundo a pasta. “o feriado de [1º de] maio movimentou [em 2019] R$ 9 bilhões na economia e resultou em 4,5 milhões de viagens. Já o 12 de outubro foi um dos mais movimentados do ano com a realização de 3,24 milhões de viagens domésticas e impacto econômico de R$ 6,7 bilhões nos destinos visitados”. O MTur ainda não fez projeção do impacto dos feriados de 2020 em venda de passagens, hospedagens e passeios.

O ano que começa é ano bissexto e, portanto, tem um dia a mais, mas esse não descontará as folgas proporcionadas pelos feriados nos dias de semana. O dia 29 de fevereiro cairá em um sábado.

Publicado Por Gilberto Costa – Repórter da Agência Brasil- Brasília

Papa Francisco deixa mensagem em defesa das mulheres

Pontífice celebrou a primeira missa do ano na manhã de hoje /

No Vaticano, o Papa Francisco celebrou na manhã desta quarta-feira a primeira missa do ano, na Basílica de São Pedro. Francisco denunciou o uso e abuso das mulheres na sociedade moderna e pediu o fim da exploração do corpo feminino.

O chefe da Igreja Católica disse ainda que as mães que emigram para oferecer um futuro melhor aos seus filhos não podem ser desprezadas.

O Papa pediu também desculpas por se ter irritado com o aperto de mão demasiado forte que uma mulher lhe deu, na terça-feira, na Praça de São Pedro.

O momento já foi visto por dezenas de milhões de pessoas nas redes sociais.

Publicado Por RTP (emissora pública de televisão de Portugal) Lisboa

Perspectivas 2020: disputa traz indefinição para impeachment de Trump

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Processo contra o presidente será avaliado pelo Senado /

No ano em que busca a reeleição, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também enfrentará a reta final do processo de impeachment.

As acusações são de que Trump teria solicitado a um governante que investigasse seus opositores e de ter atuado para dificultar a apuração sobre o assunto pelo Congresso americano.

Depois de aprovado na Câmara de Representantes, onde a maioria é do partido Democrata, o processo será avaliado pelo Senado, controlado pelos republicados, com legenda conservadora da qual faz parte o presidente.

No fim de 2019, em 18 de dezembro, a Câmara dos Representantes (equivalente à Câmara dos Deputados no Brasil) aprovou o impeachment de Trump.

Os parlamentares entenderam que ele incorreu em abuso de poder ao articular, juntamente ao presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenski, o repasse de dados contra adversários políticos que poderiam beneficiar Trump na disputa à Casa Branca.

O assunto veio à tona com a revelação de suposta conversa entre Trump e Zelensky, em julho deste ano, quando Trump teria pressionado para que o titular da Presidência ucraniana atuasse em seu favor ao investigar ação contra o filho senador Joe Biden, seu concorrente na corrida presidencial.

O episódio foi vazado por denunciantes anônimos, e noticiado na imprensa dos EUA. Em 24 de setembro, o partido democrata anunciou a abertura do inquérito de impeachment.

Traição                                                                         

A porta-voz da Câmara de representantes, a parlamentar democrata Nancy Pelosi, declarou que a pressão de Trump sobre o presidente ucraniano significava a “traição da integridade das nossas eleições” e que ninguém estava acima da Lei.

Trump liberou um comunicado classificando a iniciativa do inquérito como uma “caça às bruxas” e um “assédio presidencial” perpetrados pelos democratas para tentar prejudicar sua imagem no pleito de 2020. Após a aprovação, definiu a decisão como uma “política suicida” e uma “eterna marcha da vergonha” dos democratas.

Além do abuso de poder, a votação da Câmara de Representantes também condenou Trump por obstrução, justificando que o presidente teria proibido ou dificultado o fornecimento de esclarecimentos por funcionários de sua administração durante as investigações.

Senado

A questão envolve o encaminhamento do processo ao Senado. Seriam necessários dois terços dos votos para que o impeachment fosse confirmado. Contudo, com a maioria republicana na casa, é muito pouco provável que tal aprovação ocorra. Na Câmara de Representantes, todos os parlamentares do partido do presidente votaram contrários à derrubada do mandatário.

A bancada democrata da Câmara segurou o processo, em vez de encaminhá-lo automaticamente ao Senado. Por meio de sua conta no Twitter, Nancy Pelosi afirmou no dia 23 de dezembro que não poderia prosseguir enquanto não soubesse “que tipo de julgamento o Senado conduziria”.

“O presidente Trump bloqueou suas próprias testemunhas e documentos da Câmara e do povo dos Estados Unidos, em falsas reclamações sobre o processo na Câmara. Qual é sua desculpa agora?”. Nancy falou ainda sobre a necessidade das testemunhas serem ouvidas no Senado.

Em sua conta no Twitter, Trump criticou, ontem (31), a indefinição sobre o encaminhamento. “Eles não tiveram um voto republicano na Câmara dos Representantes e perderam votos de três democratas. Eles não produziram um caso e, agora, ela [Nancy Pelosi] não quer ir ao Senado. Ela é só mentiras”, reclamou o presidente.

Publicado Por Jonas Valente – Repórter da Agência Brasil/ Brasília

Moro comemora investimentos em segurança pública

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Governo autorizou concurso para agente penitenciário federal /

Brasília – No primeiro dia do ano, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, comemorou as decisões recentes do governo Jair Bolsonaro de ampliar investimentos em segurança. Em sua conta pessoal no Twitter, Moro destacou a autorização de concurso público para preenchimento de vagas do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

“Governo do PR @jairbolsonaro começa ano com investimentos na segurança. Concurso para agente penitenciário federal. Cargo estratégico para políticas federais de isolamento das lideranças criminosas e de retomada, via Força de intervenção, do controle dos presídios estaduais”, destacou.

A decisão foi publicada em uma portaria do dia 30 de dezembro. De acordo com o texto, do total de 309 vagas, 294 são de agentes federais de Execução penal e outras 15, de especialistas em assistência à Execução Penal.

Moro aproveitou ainda para agradecer o ministro da Economia, Paulo Guedes, responsável pelas contas do governo. Segundo ele, as ações federais na área de segurança têm garantido a redução de índices criminais.

“Isolar líderes criminosos e retomar o controle de presídios estaduais têm contribuído para a queda dos índices criminais. Reduzir a impunidade, prendendo e neutralizando criminosos perigosos, reduz os crimes. Óbvio assim. Obrigado @MinEconomia pelo apoio no investimento estratégico”, concluiu.

Publicado Por Agência Brasil Brasília

Irã nega estar envolvido no ataque à embaixada dos EUA no Iraque

Manifestantes prometem continuar no local.

O governo do Irã negou hoje estar envolvido no ataque à embaixada norte-americana em Bagdá que se iniciou na terça-feira. Em resposta às acusações dos EUA, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Abas Musaví, disse que o seu país está sendo alvo de “uma espécie de obscenidade americana e erros de cálculo repetitivos”.

Abas Musaví considerou que as acusações dos EUA contra o Irã são um insulto ao povo do Iraque.

No Iraque, continua tenso o clima. Washington informou que vai reforçar a presença militar na região. Os manifestantes prometem não abandonar o local até que os Estados Unidos deixem o país.

A coligação de grupos paramilitares pró-iranianos no Iraque “Le Hachd al-Chaabi” ordenou hoje aos seus partidários que abandonem o cerco complexo diplomático, mas uma das facções mais radicais recusa-se a cumprir a ordem.

“Le Hachd” apelou em comunicado aos seus partidários que relocalizem o protesto para outra zona da cidade, mas o responsável da brigada do Hezbollah disse que os seus homens permanecerão no local.

A França “condenou firmemente” o ataque à embaixada norte-americana e expressou “total solidariedade” com os Estados Unidos. A declaração foi feita pela ministra da Defesa francesa, Florence Parly.

“A França condena firmemente os ataques perpetrados contra as instalações da Coligação Internacional no Iraque e as tentativas de intrusão no perímetro da embaixada norte-americana em Bagdá”, disse.

 Publicado Por Agência Brasil * Lisboa * Com informações da RTP (emissora pública de televisão de Portugal)

Estados, municípios e DF recebem R$ 11 bi do leilão de cessão onerosa

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O pagamento será feito nesta terça (31).

A Agência Nacional de Petróleo e Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou hoje (30) que emitiu ordens bancárias no valor de R$ 11,73 bilhões para o Banco do Brasil creditar nas contas de estados, municípios e Distrito Federal. O montante, que estará disponível a partir de amanhã (31), se refere a valores arrecadados pelo governo, a título de bônus de assinatura, no leilão do excedente da cessão onerosa de duas áreas do pré-sal da Bacia de Santos.

Na sexta-feira passada (27), a Petrobras e as companhias chinesas CNODC e CNOOC concluíram o pagamento dos R$ 69,96 bilhões do leilão, realizado no início de novembro. O consórcio que arrematou os campos de Búzios e Itapu pagou os R$ 35,54 bilhões que faltavam para quitar o bônus de assinatura do leilão.

Do total, a Petrobras desembolsou R$ 28,72 bilhões e as empresas chinesas, R$ 6,82 bilhões. No último dia 10, as empresas haviam antecipado o pagamento de R$ 34,42 bilhões. Na ocasião, o Ministério da Economia disse que a ANP faria a transferência dos valores nesta segunda-feira.

A partilha só foi possível porque o Congresso aprovou uma emenda à Constituição que excluiu do teto federal de gastos o repasse aos entes locais. A União ficou com 67% do valor que sobrou após o pagamento à Petrobras, os estados e o Distrito Federal com 15%, os municípios com mais 15%, e os estados produtores de petróleo, com 3% adicionais.

“O processo que envolveu Secretaria do Tesouro Nacional, Ministério de Minas e Energia, além da ANP e do BB, refere-se aos ditames da Lei nº 13.885/2019, que estabeleceu critérios de distribuição de parte dos valores arrecadados com o leilão do excedente da cessão onerosa a estados e municípios”, informou a agência.

Publicado Por Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil Brasília

Decreto estabelece limites com diárias e passagens no governo federal

Regras também valem para contratação de bens e serviços. Um decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro estabeleceu limites para a contratação de bens e serviços e autorização para diárias e passagens de servidores no âmbito do Poder Executivo Federal. A medida foi publicada na edição desta segunda-feira (30) do Diário Oficial da União (DOU), e não se aplica às agências reguladoras.

Segundo o decreto, caberá ao ministro da Economia fixar anualmente os limites e os critérios da despesa a ser empenhada com a contratação de bens e serviços e na concessão de diárias e passagens. Antes, essa atribuição era do ministro do Planejamento, mas a pasta foi extinta no atual governo e incorporada ao ministério comandado por Paulo Guedes.

A assinatura de novos contratos administrativos e a prorrogação de contratos em vigor, relativos às atividades de custeio da máquina pública, só serão autorizadas em ato do ministro de Estado ou do titular de órgão diretamente subordinado ao presidente. Essa competência poderá ser delegada a outras autoridades, como titulares de cargos de natureza especial ou dirigentes de unidades subordinadas ou vinculadas a ministérios.

Pelas novas regras, em contratos de locação de imóveis por algum órgão da administração pública federal, os procedimentos de seleção de imóveis serão estabelecidos em ato do secretário de Gestão da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia.

Diárias e passagens

A concessão de diárias e passagens a servidores, militares, empregados públicos e colaboradores eventuais também deve ser autorizada pelo ministro ou pelo titular de órgão diretamente subordinado ao presidente da República, mas o decreto permite a delegação de competência para outras autoridades subordinadas. A necessidade de autorização superior, pela norma, vale para diárias por período superior a cinco dias contínuos, ou em quantidade superior a 30 diárias intercaladas, que envolvam pagamento em finais de semana, com prazo de antecedência inferior a 15 dias da data de partida e para deslocamentos ao exterior, quando há ônus para o poder público. Mesmo nessas situações, o decreto também possibilita a delegação de competência.

Ainda de acordo com o decreto, as autorizações para despesas com diárias e passagens poderão ser confidenciais, “quando envolverem operações policiais, de fiscalização ou atividades de caráter sigiloso, garantido o levantamento do sigilo após o encerramento da operação ou do deslocamento”.

Publicado Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil Brasília