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ONU promove debates sobre mudanças climáticas no Brasil

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Organização lançou a campanha “Nós >> o movimento”

A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou hoje (22) a campanha “Nós >> o movimento”, com o objetivo de “aumentar o diálogo e as ações em torno das mudanças climáticas no Brasil”, por meio da promoção de debates sobre o tema até a realização da 26ª sessão da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a COP26, a ocorrer de 1° a 12 de novembro, em Glasgow, Escócia.

De acordo com a entidade, estão previstas ações em espaços públicos, onde será mostrado o impacto que a questão climática causa na sociedade. A primeira ação será no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, onde totens digitais exibirão mensagens sobre como o clima está conectado com a saúde, o bem-estar, a proteção de áreas verdes e a promoção de ecossistemas mais saudáveis.

A campanha pretende ampliar a conscientização das questões sobre o clima, “mostrando de que maneira ele está conectado com desafios e problemas atuais do país, como desemprego, segurança alimentar e mobilidade, mas reforçando que as soluções estão disponíveis, e são acessíveis, práticas e realistas”, diz a entidade ao informar que pretende, com as ações, fortalecer indivíduos, comunidades, empresas e lideranças, articulando conexões e conversas sobre a agenda climática.

“Todos são convidados a participar, debatendo ações e compartilhando conteúdos. Por meio da contribuição de vários agentes que trabalham com proteção ambiental e justiça climática, além de pessoas interessadas em fazer parte dessa ação, “Nós >> o movimento” quer mostrar a urgência e a relevância da questão do clima”, detalhou, em nota, a ONU.

Materiais da campanha, histórias de quem está fazendo sua parte e outras informações sobre as mudanças climáticas podem ser obtidas a partir do site www.nosomovimento.com.br.

Edição: Claudia Felczak

Publicado em 22/07/2021 – 16:43 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Após retomada, público ainda pretende assistir a espetáculos virtuais

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Pesquisa foi feita pelo Data Folha com o Itaú Cultural

Mesmo após o fim da pandemia, a maior parte do público de atividades culturais pretende continuar, eventualmente, assistindo a espetáculos transmitidos pela internet. A segunda edição da pesquisa Hábitos Culturais, feita pelo Instituto Data Folha em parceria com o Itaú Cultural, mostra que 80% do público de espetáculos de música, dança e teatro pretendem continuar acompanhando programações online depois da retomada completa das atividades presenciais.

A pesquisa foi realizada entre os dias 10 de maio e 9 de junho e ouviu 2.278 pessoas, de diferentes faixas de renda, com idade entre 16 e 65 anos, em todas as regiões do país.

Ouvir música foi a atividade cultural mais desfrutada pela internet durante a pandemia e foi mencionada por 79% dos entrevistados. Assistir a filmes e séries (75%) e jogos eletrônicos (43%) vieram em seguida. Os cursos livres foram uma das atividades online de 41%, enquanto 40% assistiram a espetáculos de teatro, dança ou música. Os podcasts tiveram 39% de menções.

Mais acesso

O percentual dos que assistiram a espetáculos virtuais durante a pandemia é quase o mesmo daqueles que disseram ter frequentado dança, teatro ou shows musicais antes da quarentena contra o novo coronavírus (39%). Mas 57% das pessoas disseram ter aumentado o interesse por atividades culturais durante o confinamento.

Há ainda uma percepção de que o ambiente virtual aumentou a possibilidade de acesso a conteúdos culturais, efeito sentido por 72% do público da pesquisa.

O diretor do Itaú Cultural, Eduardo Saron, disse que esse efeito, em parte, já era percebido pela recepção dos trabalhos da instituição, em especial, em regiões onde o instituto não tem estrutura física. “Há um desafio maravilhoso de continuar acolhendo as pessoas para democratizar esse acesso”, destacou durante a apresentação dos dados.

Os trabalhos artísticos feitos ao longo da pandemia mostraram, de acordo com Saron, potencialidades do mundo virtual para além do que a simples transmissão pela câmera. “Tem interações entre o artista e o público difíceis de acontecer em um espetáculo físico”, acrescentou.

Preferência pelo presencial

A maioria das pessoas ainda prefere as atividades presenciais, mas há um número significativo que gosta de participar pela internet, mesmo que seja possível estar presente fisicamente. Entre o público dos shows musicais, 62% disseram que, se houver as duas opções, preferem a apresentação física, enquanto 32% optariam pelo online. Para os espetáculos de dança e teatro, o percentual dos que certamente escolheriam assistir presencialmente é um pouco maior (64%), mas 32% optariam pela transmissão via internet.

Entre as principais vantagens das versões online das atividades culturais, segundo a pesquisa, está a comodidade e flexibilidade de horário (25%), a segurança física e de saúde (13%) e a possibilidade de não se deslocar (11%).

Para 37%, as atividades presenciais são melhores devido ao contato pessoal. Já  a emoção foi mencionada por 13% e 10% disseram que a presença física é melhor para não ficar em frente ao computador.

Falta do cinema

O cinema foi a atividade que o público mais sentiu falta durante o período de isolamento social, mencionado por 67% dos que frequentam espaços de arte ou cultural. As apresentações artísticas foram citadas nesse contexto por 32% do público e as bibliotecas, por 21%.

Saúde mental

A pesquisa investigou ainda o adoecimento mental da população durante a pandemia de covid-19. Mais de um terço (36%) disse que pelo menos alguma pessoa no domicílio onde vive teve problemas emocionais ou de saúde mental durante a quarentena. Desses, 63% procuraram atendimento especializado.

A respeito dos efeitos positivos da arte na saúde emocional, 44% disseram que participar de atividades culturais melhorou a sua qualidade de vida. Para 48%, as ações culturais reduziram o estresse e a ansiedade e 51% perceberam uma diminuição na sensação de tristeza.

Edição: Lílian Beraldo

Publicado em 22/07/2021 – 17:09 Por Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

Webinário discute importância da educação física no ano da Olimpíada

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Jogos podem estimular interdisciplinaridade nas escolas, diz professor

O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Península promoveram hoje (22) um webinário (videoconferência) para discutir a importância da educação física diante da realização da Olimpíada de Tóquio. A cerimônia de abertura dos jogos será realizada na manhã desta sexta-feira (23).

Durante o debate, foram discutidos temas como as formas de trabalhar os símbolos dos Jogos Olímpicos nas aulas, a inserção dos valores olímpicos e a importância do esporte na formação dos cidadãos e dos atletas.

Para o professor de educação física Gabriel Schiller, as olimpíadas são uma oportunidade de estimular a interdisciplinaridade nas escolas. “É um ano especial para o esporte. Isso acontece de quatro em quatro anos. É muito importante que a educação física consiga aproximar também outras disciplinas”, avaliou.

Luisa Parente, ex-ginasta e atual secretária nacional da Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem, falou sobre sua experiência nos jogos. Ela participou das Olimpíadas de Seul 88 e de Barcelona 92. “É uma emoção incrível. Nem sempre é possível para o atleta de alguma modalidade participar das cerimônias de abertura e de encerramento em função da concentração que ele tem que ter para o jogo no dia seguinte”, relatou.

Segundo Renato Brito, diretor de formação de docentes da Secretaria de Educação Básica do MEC, as falas dos participantes são “motivadoras para futuros atletas”.

O Instituto Península atua em parceria com o MEC no fomento do esporte nas escolas.

Edição: Nádia Franco

Publicado em 22/07/2021 – 17:16 Por Agência Brasil – Brasília

Ano letivo de 2021 começou presencialmente em 16% dos municípios

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Dados são da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação

A maior parte das escolas públicas municipais no Rio de Janeiro continua exclusivamente em ensino remoto. Apenas 1,1% das redes de ensino começaram o ano letivo de 2021 com aulas totalmente presenciais e 15,1% de forma híbrida, mesclando aulas presenciais com ensino remoto. Os dados são de pesquisa da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) divulgada hoje (22). 

O estudo foi realizado com apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e do Itaú Social entre os meses de junho e julho de 2021, com 3.355 redes municipais que, juntas representam 60,2% do total de municípios do país e respondem por mais de 13 milhões de estudantes. As redes municipais concentram a maior parte das matrículas das creches, pré-escolas e ensino fundamental públicos. 

A pesquisa mostra ainda que 57% das redes concluíram os protocolos sanitários para a prevenção da covid-19. Quanto à imunização dos profissionais da educação, o processo já começou em 95,1% das redes municipais entrevistadas. 

Em pronunciamento, nesta terça-feira (20), o ministro da Educação, Milton Ribeiro, defendeu o retorno dos estudantes às aulas presenciais nas escolas. Segundo o presidente da Undime, Luiz Miguel Martins Garcia, que é dirigente municipal de Educação em Sud Mennucci (SP), é preciso considerar a situação de cada localidade. A expectativa é que, no segundo semestre, com a adoção dos protocolos, mais redes retomem o ensino presencial. 

“Todo mundo está muito ansioso e quer a volta, mas essa volta precisa ser com segurança, valorizando a vida e o direito à educação. É muito importante que a gente tenha respeito à autonomia de cada rede para avaliar a sua condição de volta, de como proceder e como garantir esses dois direitos essenciais”, diz Garcia. 

Desafios da pandemia 

Segundo o estudo, a conectividade de estudantes e professores, bem como a infraestrutura das escolas continuam sendo consideradas as maiores dificuldades enfrentadas pelas redes durante a pandemia. Quase todas as redes, quando se trata de ensino remoto, usam materiais impressos (98,2%) e passam orientações por WhatsApp (97,5%). “Nós temos um vazio de acessibilidade muito grande no país”, diz Garcia, que ressalta que mesmo em centros urbanos, “há apagões de conectividade muito forte”. 

A infraestrutura das escolas é também empecilho para o retorno às aulas presenciais. “A estrutura das escolas é que vai auxiliar a garantir um retorno seguro, que a gente sabe que é fundamental e que deve acontecer, mas precisa adaptar a estrutura escolar para esse novo cenário, com protocolos e medidas de segurança e adaptação do ambiente”, diz a coordenadora do Observatório do Marco Legal da Primeira Infância (Observa) Thaís Malheiros.

De acordo com dados disponibilizados pelo Observa, a partir do Censo Escolar 2020, apenas 41% das crianças matriculadas em creches e 41% das matriculadas em pré-escolas estão em estabelecimentos que possuem área externa. “A área externa e com grande ventilação é fundamental para, por exemplo, o momento da alimentação [quando as crianças estão reunidas sem máscaras]”, diz Thaís.

Além disso, mais de 20% das crianças com até 5 anos estão matriculadas em escolas sem itens de saneamento básico, como água filtrada, esgotamento sanitário ou coleta de lixo. 

Busca ativa 

Com a pandemia, segundo estimativa divulgada pelo Unicef, o número de crianças e adolescentes sem acesso à educação no Brasil saltou de 1,1 milhão em 2019 para 5,1 milhões em 2020. A pesquisa divulgada hoje mostra que essa é uma preocupação dos dirigentes. Cerca de 60% dos respondentes consideram a busca ativa de estudantes em abandono ou risco de abandono escolar uma das prioridades das redes municipais de educação.

Edição: Maria Claudia

Publicado em 22/07/2021 – 17:29 Por Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil  – Rio de Janeiro

CNC: intenção de consumo das famílias mantém ritmo de crescimento

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Indicador atinge 68,4 pontos e tem o maior nível desde abril

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) subiu 2% em julho, alcançando a segunda alta consecutiva. O indicador chegou a 68,4 pontos e atingiu o maior nível desde abril. O resultado ficou 3,5% acima do registrado no mesmo período de 2020. 

O índice, porém, segue abaixo do nível de satisfação (100 pontos). Os resultados da pesquisa, feita pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), foram divulgados hoje (21), no Rio de Janeiro.

“A maior confiança das famílias na estabilidade da tendência positiva do mercado de trabalho, a disponibilização do auxílio emergencial e uma maior parcela da população já vacinada favoreceram as condições de consumo”, afirmou, em nota, o presidente da CNC, José Roberto Tadros.

Destaque para consumo

Como em junho, todos os subíndices da pesquisa registraram resultados positivos, com destaque para o que mede a Perspectiva de Consumo, que subiu 5,1% na comparação com junho, indo a 66,8 pontos. O item foi o que apresentou o maior crescimento no mês e revelou melhora na percepção dos brasileiros em relação a compras futuras.

“A expectativa das famílias é que esse ambiente econômico mais positivo percebido no curto prazo se prolongue para o longo prazo”, disse a economista da CNC responsável pela pesquisa, Catarina Carneiro da Silva.

O Nível de Consumo Atual também melhorou ao subir 2,2%, alcançando o maior patamar desde março deste ano (53,1 pontos). “Esse avanço foi resultado da melhora nas condições de consumo, com redução no percentual de famílias que consideram o seu consumo menor (59% contra 60,3% no mês passado e 62,6% em julho de 2020) e crescimento ainda mais intenso do que no mês anterior (4,7%) na percepção do momento para compra de duráveis”, afirmou a economista.

Bens duráveis

Apesar de permanecer como o menor indicador em julho, o Momento para Compra de Duráveis, que avalia o que os consumidores pensam sobre a aquisição de bens como eletrodomésticos, eletrônicos, carros e imóveis, atingiu o maior patamar desde abril e subiu de forma ainda mais intensa do que no mês anterior (4,7%), chegando a 40,8 pontos.

“Na esteira desse avanço, houve redução do percentual de famílias que acreditam ser um momento negativo para compras desse tipo de produto: 77,2%, abaixo dos 77,7% do mês anterior e dos 78% de julho de 2020”, informou a CNC.

Publicado em 21/07/2021 – 11:46 Por Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Embrapii abre chamada para credenciar novas unidades farmacológicas

Instituições receberão R$ 5 milhões para cada plano de ação

Os ministérios da Saúde e da Ciência, Tecnologia e Inovações lançaram hoje (21) uma chamada pública que credenciará quatro novas unidades, da área de fármacos e biofármacos, para se tornarem “unidades Embrapii”. Ao se tornarem parcerias da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), as quatro unidades selecionadas terão acesso a R$ 20 milhões em recursos: R$ 5 milhões para cada plano de ação apresentado por elas.

De acordo com o diretor de Planejamento e Relações Institucionais da Embrapii, Igor Nazaré, podem participar dessa seleção instituições científicas, tecnológicas e de inovação públicas ou privadas sem fins lucrativos. Entre as áreas focadas pela chamada estão a de descoberta de novos medicamentos, a partir de novas moléculas e princípios ativos; a de desenvolvimento de pro-fármacos e farmoquímicos; proteínas terapêuticas; kits diagnósticos; ensaios clínicos e pré-clínicos; produção de hemoderivados.

“Gostaria de destacar que cada unidade interessada em se tornar unidade Embrapii tem de escolher até três tópicos prioritários para apresentar na chamada, com valor de até R$ 5 milhões”, ressaltou o diretor da Embrapii.

Ele explica que o objetivo da Embrapii, a partir desta e outras iniciativas, é o de promover interação entre governo, universidades e empresas em processos e desenvolvimento de tecnologias, de forma a desenvolver tecnologias demandadas por empresas para o mercado, alavancando, de forma rápida, recursos para “processos que impactam na vida do cidadão”. Segundo Nazaré, há, atualmente, 72 unidades Embrapii com “pesquisadores e pessoal altamente qualificados”, além de infraestrutura de ponta para atender demandas empresariais.

Até hoje 1.259 projetos de 873 empresas receberam quase R$ 1,8 bilhão em apoios, tanto de empresas como das unidades Embrapii e do governo. “Dos 693 projetos já finalizados, tivemos 490 pedidos de propriedade intelectual”, disse o diretor. Ele acrescenta que, na área de Saúde, há 185 projetos em desenvolvimento. “Destes, 64 projetos foram desenvolvidos em resposta à pandemia, sendo 52 pedidos de propriedade intelectual”.

Área estratégica

Durante a cerimônia de lançamento da chamada pública para credenciamento das novas unidades, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, lembrou que o Brasil “gasta cerca de 10% de seu PIB com saúde”, e que a perspectiva é de que “ter gastos superiores [nos próximos anos], já que o ambiente pandêmico mostrou que Saúde é muito mais estratégico do que pensávamos”.

“Por isso é fundamental que tenhamos essa convicção do fortalecimento do complexo industrial [deste setor]. E não pode existir esse fortalecimento sem que a pesquisa no Brasil seja fomentada fortemente”, argumentou o ministro. Segundo ele, isso pode acontecer de várias formas: “através de transferência de tecnologia com ferramentas de fomento, como parcerias de desenvolvimento produtivo; através de parcerias público-privadas; ou através de uma melhor ambiência para instalação de parques industriais pela iniciativa privada”.

Mais informações sobre a chamada para credenciamento de unidades Embrapii podem ser obtidas no site da empresa.

Edição: Valéria Aguiar

Publicado em 21/07/2021 – 12:31 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Covax Facility: Brasil recebe mais de 1 milhão de vacinas

Os imunizantes contra covid-19 são da fabricante AstraZeneca/Oxford

Um novo lote com 1.036.800 vacinas contra covid-19 vindas pelo consórcio Covax Facility devem chegar ao Brasil nesta quarta-feira (21). Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), os imunizantes serão da fabricante AstraZeneca/Oxford.

Até quinta-feira (22), serão enviadas aos estados e ao Distrito Federal mais de 8,7 milhões de doses de vacinas covid-19. Desde o início da campanha de vacinação, o Ministério da Saúde já distribuiu mais de 154 milhões de doses. A população-alvo no Brasil é de 160 milhões de brasileiros com mais de 18 anos.

Vacinados

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 56,5% da população brasileira já recebeu a primeira dose da vacina: 90,4 milhões de pessoas. Há 34,5 milhões de brasileiros com o ciclo vacinal completo, ou seja, já receberam a segunda dose dos imunizantes ou dose única.

Covax

O Brasil é um dos quase 200 países que integram a iniciativa global, criada para permitir o acesso justo e igualitário de vacinas covid-19 por meio de parcerias com laboratórios. Além da Organização Mundial da Saúde (OMS), o consórcio é coliderado pela Coalizão para Promoção de Inovações em prol da Preparação para Epidemias (CEPI) e pela Aliança Mundial para Vacinas e Imunização (Gavi), em parceira com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Segundo Ministério da Saúde, ao todo, o consórcio deve entregar 42,5 milhões de doses de vacinas contra covid-19, de diferentes laboratórios, até o fim de 2021.

O Brasil já recebeu entre março e julho deste ano 6.952.800 vacinas contra covid-19 desse consórcio, sendo 6.110.400 da AstraZeneca/Oxford e 842.400 da Pfizer/BioNTech. O novo lote não foi contabilizado nesse balanço.

Edição: Maria Claudia

Publicado em 21/07/2021 – 12:31 Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil – Brasília