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Marcelo Bonifácio uma das grandes revelações da Música Gospel

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Na última edição da Expo Cristã, ocorrido no final do ano passado, no centro de convenções do Anhembi, em São Paulo, o cantor Marcelo Bonifácio foi um dos finalistas do Festival Eagle.

Foi um marco em sua carreira, ele deixo bem claro o quanto estava feliz, sobre a importância de sua primeira participação na feira e o privilegio de ser um dos contemplados do festival e da assinatura de seu contrato com a gravadora Sony Music, a maior em distribuição de conteúdo digital no Brasil, prêmio dado pelo Eagle.

Questionado sobre como é fazer parte do cast da Sony Music ele disse: “É um sonho de menino fazer parte de uma gravadora. Deus cumpriu as promessas que Ele me fez, de estar entre os grandes. Tem muita gente grande aqui no nosso meio, e eu, como estou engatinhando agora, sou apenas um bebezinho no meio dos grandes. Está sendo lindo o que Deus está fazendo”.

Disse também que não esperava o prêmio: “Não, eu não esperava! Tinha muita gente boa lá, muito cantor top. Foi Deus mesmo que me colocou nesse lugar, pra fazer a diferença”.

Marcelo também falou de seus próximos projetos pela Sony? “Vou lançar uma música que fiz com o Delino Marçal. Lancei um clipe recente com a participação dele, e vou lançar uma música minha agora por título ‘Me Escuta Deus ‘. A que lancei com o Delino é ‘És tudo para me. Tá vindo coisa top aí”.

Marcelo Bonifácio também revelou que a música “És tudo para mim”  foi baseada em algo que ele viveu: “Sim, é mais ou menos um testemunho de uma oração que fiz a Deus, e Ele respondeu. Eu escrevi ela quando estava no fundo do poço. Só Ele me ouviu. Só Ele me abraçou. Ele pegou minha mão e me levantou.

Confira o último lançamento de Marcelo Bonifácio abaixo:

Quem tem auxílio emergencial negado pode fazer nova solicitação

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Pedido de revisão de análise pode ser feito no aplicativo.

O cidadão que tiver o auxílio emergencial de R$ 600,00 negado pode agora contestar o resultado da análise e pedir novamente o benefício diretamente pelo aplicativo ou site do programa. A atualização nas plataformas foi feita a partir desta segunda-feira (20), informou a Caixa Econômica Federal.

No aplicativo ou no site, quem receber o aviso de “benefício não aprovado” pode verificar o motivo e fazer uma contestação. Se o aviso for de “dados inconclusivos”, o solicitante pode fazer logo a correção das informações e entrar com nova solicitação, de acordo com a Caixa.

A responsável por informar o motivo do auxílio emergencial não ter sido aprovado é a Dataprev, estatal federal de tecnologia que analisa os dados informados pelo solicitante. O resultado é depois homologado pelo Ministério da Cidadania.

Para ter direito ao auxílio é preciso atender aos critérios estabelecidos pela legislação, como não ter emprego formal, não receber outro benefício do governo (com exceção do Bolsa Família), ter renda familiar mensal maior que  R$ 3.135,00 ou R$ 522,50 per capita (por pessoa), entre outros. As condições completas são descritas no site do programa.

Segundo a Caixa, responsável pelos pagamentos, as principais inconsistências nos dados informados pelos solicitantes são:

• marcação como chefe de família sem indicação de nenhum membro;

• falta de inserção da informação de sexo;

• inserção incorreta de dados de membro da família, tais como CPF e data de nascimento;

• divergência de cadastramento entre membros da mesma família;

• inclusão de alguma pessoa da família com indicativo de óbito.

CadÚnico

Os trabalhadores informais que possuem Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, o CadÚnico, têm sua elegibilidade para receber o auxílio emergencial analisada automaticamente pela Dataprev.

Nesse caso, se tiver o auxílio negado mesmo acreditando ter direito ao benefício, o trabalhador também pode recorrer diretamente no aplicativo do auxílio emergencial ou no site do programa, informou a Caixa.

Edição: Aline Leal

Publicado em 21/04/2020 – 13:23 Por Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil – Brasília

TSE diz que tem condições de manter eleições de outubro

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Primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro.

O grupo de trabalho criado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para avaliar o impacto da pandemia do novo coronavírus concluiu hoje (20) que as eleições de outubro devem ser mantidas. O grupo foi criado para responder aos questionamentos sobre a capacidade da Justiça Eleitoral de manter o calendário eleitoral e os procedimentos preparatórios diante das medidas de isolamento. 

Pela conclusão do grupo, “a Justiça Eleitoral, até o momento, tem condições materiais para a implementação das eleições no corrente ano”. A conclusão foi tomada com base em informações enviadas pelos tribunais regionais eleitorais e setores internos do TSE. Outros encontros semanais serão realizados para reavaliação da situação. 

O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro. Se necessário, o segundo turno será no dia 25 do mesmo mês. Cerca de 146 milhões de eleitores estarão aptos a votar para eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores nos 5.568 municípios do país. 

Edição: Fábio Massalli

Publicado em 20/04/2020 – 19:25 Por André Richter – Repórter da Agência Brasil – Brasília

USP desenvolve método de descontaminação de máscaras hospitalares

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Equipamento é indispensável e está em falta no país.

O Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos (IFSC) desenvolveu um método para esterilização e reciclagem de máscaras hospitalares. O equipamento de proteção está em falta no país e é um item indispensável para proteger os profissionais de saúde da infecção, por exemplo, do coronavírus. 

Os funcionários que fazem o atendimento direito com os pacientes usam geralmente o modelo N95 ou PFF2, que tem grande eficiência em bloquear vírus, como o coronavírus, e demais microrganismos nocivos à saúde. Esse tipo de máscara, no entanto, é descartável, e os hospitais estão encontrando dificuldade em fazer sua reposição. De acordo com o IFSC, os profissionais de saúde estão utilizando o equipamento, por não haver outra opção, por mais de sete dias.

“Estamos vivendo agora um momento de escassez, ao ponto de profissionais da saúde estarem usando máscaras por até sete dias, ou mais. Isto é um problema que coloca em risco os profissionais da saúde, que neste momento são os que devem ser mais preservados. Para amenizar este problema, teremos que reciclar as máscaras”, diz comunicado da instituição.

Ozônio

A solução encontrada pelo Instituto de Física de São Carlos foi criar uma câmara de ozônio segura para a desinfecção das máscaras. O gás é reconhecido como um dos mais rápidos e eficazes agentes microbicidas, tanto para bactérias quanto para vírus. Sua ação destrói lipídios, proteínas e aminoácidos, e é bastante agressivo ao material genético.

Nos vírus, o ozônio age oxidando a camada proteica (envelope do vírus), modificando sua estrutura e destruindo completamente sua funcionalidade. Bactérias e fungos também não resistem a sua aplicação. “Ao colocar em seu interior as máscaras, o sistema passa por ciclos de vácuo e atmosfera saturada de ozônio, penetrando em todos os lugares das máscaras e promovendo sua descontaminação”, explica o IFSC.

Em cada sessão, são feitos sete ciclos de desinfecção, levando um tempo total de duas horas para que todas as máscaras estejam descontaminadas e prontas para serem usadas novamente. A câmara desenvolvida tem capacidade de descontaminar de 800 a mil máscaras por ciclo, e pode ainda descontaminar outros tipos de equipamentos de proteção.

Edição: Nádia Franco

Publicado em 20/04/2020 – 17:50 Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

Netanyahu e Gantz firmam acordo de governo de união em Israel

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Pacto pode encerrar um ano de impasse político.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e seu rival eleitoral de centro, Benny Gantz, assinaram um acordo nesta segunda-feira (20) para formarem um governo de coalizão de emergência que pode encerrar um ano de impasse político.

O partido de direita Likud, de Netanyahu, e o Azul e Branco, de Gantz, emitiram um comunicado conjunto dizendo que firmaram um pacto de união, que vem na esteira de eleições em abril e setembro de 2019 e em 2 de março nas quais nenhum obteve uma maioria no Parlamento.

Os detalhes oficiais da partilha de poder não foram revelados de imediato, mas uma fonte do Azul e Branco disse que os dois concordaram que Netanyahu continuará como premiê até outubro de 2021, quando Gantz assume.

Até então, Gantz, ex-chefe das Forças Armadas, atuará como ministro da Defesa e vários de seus aliados políticos, incluindo dois membros do Partido Trabalhista israelense, também ocuparão ministérios.

Durante as negociações, os partidos citaram diversas discordâncias, como a anexação de assentamentos israelenses em planejamento na Cisjordânia ocupada, que os palestinos pleiteiam para um Estado, e a criação de um processo de nomeação de juízes.

As autoridades palestinas não comentaram de imediato.

Netanyahu, que está no poder consecutivamente há 11 anos, é alvo de um indiciamento criminal devido a acusações de corrupção que ele nega, entre elas suborno, fraude e violação de confiança.

Em campanha, Gantz prometeu não participar de um governo comandado por um premiê alvo de acusações criminais, mas recuou recentemente dizendo que a enormidade da crise do coronavírus exige um governo de união de emergência.

Publicado em 20/04/2020 – 16:22 Por Reuters – JERUSALÉM

PGR pede inquérito sobre atos contra Congresso e STF

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O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um inquérito para apurar a possível violação da Lei de Segurança Nacional em atos que pediram, no domingo (19), a intervenção militar e o fechamento do Congresso e do próprio Supremo.

“O Estado brasileiro admite única ideologia que é a do regime da democracia participativa. Qualquer atentado à democracia afronta a Constituição e a Lei de Segurança Nacional”, afirmou Aras no pedido, conforme nota divulgada no início da tarde pela PGR.

Segundo o texto, o PGR deseja apurar se houve o cometimento de crime por parte de cidadãos ou deputados federais que organizaram as manifestações contra o regime da democracia participativa brasileira. A competência do Supremo se dá devido ao possível envolvimento de parlamentares, justificou Aras.

Atos

Ontem, várias manifestações foram registradas no país. Entre as pautas estavam o pedido de reabertura do comércio e o fim de medidas de isolamento por conta da pandemia do novo coranavírus. No ato em Brasíla foram vistas também  mensagens que pediam o fechamento do Congresso, do STF e a volta do Ato Instituicional n° 5, usado no governo militar para punir opositores ao regime e cassar parlamentares. As mensagens causaram repercussão entre a classe política, Judiário e entidades da sociedade civil. 

Edição: Narjara Carvalho

Publicado em 20/04/2020 – 14:12 Por Agência Brasil – Brasília

Pandemia aumenta risco de violência contra mulheres refugiadas

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Acnur pede aos países que mantenham acessíveis serviços de apoio.

As mulheres e meninas refugiadas enfrentam risco maior de violência durante a crise provocada pela covid-19, disse hoje (20) o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), pedindo aos Estados que mantenham os serviços de apoio acessíveis.

No meio de uma crise, é mais provável que as mulheres refugiadas e deslocadas dos seus países sejam forçadas a fazer “sexo para sobreviver” ou a casar enquanto ainda são menores, alertou a alta comissária adjunta para a Proteção Internacional no Acnur, Gillian Triggs.

O “aumento do risco de violência” contra mulheres deslocadas deve ser levado em consideração pelos Estados nas suas respostas à crise do coronavírus, disse Gillian, pedindo que cada país garanta que os serviços para vítimas de violência sejam considerados essenciais e permaneçam acessíveis.

Ela anunciou que o Alto Comissariado vai distribuir fundos de emergência para mulheres consideradas em risco de violência e coordenar ações no setor humanitário “para garantir que os riscos de violência sexual e de gênero sejam atenuados” em todas as intervenções, incluindo a resposta de emergência no setor da saúde.

“A nossa rede global de funcionários de proteção do Acnur está em alerta máximo, e os nossos programas de ajuda às mulheres e meninas vítimas de violência estão sendo adaptados. Em alguns locais, são geridos remotamente por assistentes sociais, com o apoio de redes comunitárias voluntárias treinadas”, disse.

“Temos de dar atenção urgente à proteção de refugiadas, mulheres e meninas deslocadas e apátridas neste momento de crise e pandemia”, destacou a alta comissária adjunta, lembrando as pessoas que estão mais em risco.

“As portas não podem ficar abertas a agressores, e a ajuda deve se concentrar nas mulheres que sobrevivem a abusos e violência”, afirmou.

Segundo a representante  da ONU, as políticas de confinamento, bloqueios e quarentenas adotadas em todo o mundo como resposta à pandemia levaram à restrição de movimentos das pessoas, a uma interação reduzida das comunidades, ao encerramento de serviços e ao agravamento das condições socioeconômicas. Esses fatores aumentam significativamente os riscos de violência por parceiros.

“Algumas mulheres podem acabar confinadas aos seus abrigos e casas, presas com os seus agressores, sem capacidade de se distanciarem ou procurarem ajuda pessoalmente”, adiantou Gillian, que é também especialista em direito internacional.

“Outras, incluindo aquelas que não têm documentação ou que perderam a sua forma de sustento devido à devastação econômica causada pela covid-19, podem ser forçadas a fazer sexo para sobreviver ou a casar as suas crianças para que as famílias sobrevivam. Dentro de casa, muitas mulheres estão também a assumir um fardo cada vez maior como cuidadoras”, disse.

*Emissora pública de televcisão de Portugal

Publicado em 20/04/2020 – 13:16 Por RTP* – Lisboa