terça-feira, fevereiro 10, 2026
Home Blog Página 132

Butantan paralisa produção de vacinas por falta de insumos

China ainda não liberou envio de 10 mil litros de IFA

O Instituto Butantan finalizou hoje (14) as entregas do primeiro contrato para fornecimento de vacinas contra o novo coronavírus ao Programa Nacional de Imunizções (PNI). Foi disponibilizado o total de 1,1 milhão de doses, somando 47,2 milhões de doses da vacina CoronaVac, elaborada em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

O contrato previa o fornecimento de 46 milhões de doses da vacina. Assim, o lote de hoje também é o início do cumprimento do segundo contrato para a disponibilização de 54 milhões de doses até o final de agosto.

O Butantan informou que vai paralisar a produção até a chegada de um novo lote com 10 mil litros de insumo farmacêutico ativo (IFA), matéria-prima da vacina. Segundo o governo de São Paulo, o carregamento ainda não foi liberado pelo governo chinês para ser embarcado ao Brasil. “Esses 10 mil litros correspondem a aproximadamente 18 milhões de doses da vacina, absolutamente necessários para manter a frequência do sistema vacinal, acelerar e atender os que precisam da segunda dose”, disse o governador João Doria.

Ele atribuiu o atraso na liberação do envio do material a um “entrave diplomático” causado por declarações “desastrosas” de autoridades do governo brasileiro em relação à China e à própria vacina.

A entrega de insumos já sofreu outros atrasos semelhantes. Segundo o diretor do Butantan, Dimas Covas, a finalização do primeiro contrato de fornecimento ao PNI teve um atraso de 12 dias.

Atrasos no cronograma

Com a atual demora na entrega de matéria-prima, a estimativa de Covas é que só sejam disponibilizadas cinco milhões de doses de vacina em maio, quando a previsão inicial era de 12 milhões de doses.

O governo de São Paulo avalia que as doses disponíveis no momento são capazes de atender todos os grupos convocados para receber a imunização. No entanto, Covas lembrou que alguns municípios, seguindo recomendação do Ministério da Saúde, usaram todas as doses de CoronaVac para a primeira etapa da imunização e podem ter dificuldades para aplicar a segunda dose. Problema que, de acordo com o presidente do Butantan, não acontece no estado de São Paulo.

Itamaraty

Em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores do Senado, no último dia 6, o ministro das Relações Exteriores, Carlos França, disse que a relação com a China está entre as prioridades do governo brasileiro. “Queremos um relacionamento econômico e comercial maior e mais diversificado com a China”, afirmou na ocasião. 

Embaixada da China

Em publicação nas redes sociais, a embaixada chinesa no Brasil destacou a cooperação com países em desenvolvimento para o acesso a vacinas e insumos. “A China é o maior fornecedor de vacinas para países em desenvolvimento, oferecendo assistências vacinais a mais de 80 nações em desenvolvimento e exportando o imunizante a uns 50 países. A China continua a honrar seu compromisso de tornar suas vacinas um bem público global”, diz a publicação.

Publicado em 14/05/2021 – 11:36 Por Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

Edição: Kleber Sampaio

Ipea: inflação desacelera para todas as faixas de renda em abril

0

Redução de preços foi mais forte entre famílilias de maior renda

A inflação de abril desacelerou em relação a março para todas as faixas de renda pesquisadas pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), que divulgou hoje (14) uma análise do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda.

Apesar disso, a pesquisa mostra que a redução no ritmo de aumento de preços foi mais forte entre as famílias de maior renda, que também acumulam menor inflação em um período de 12 meses, de acordo com o Ipea.

Com esse movimento, o aumento mensal de preços em abril foi mais intenso entre as famílias de renda muito baixa (menor que R$ 1.650,50), para quem a inflação passou de 0,71% em março para 0,45% em abril. Em 12 meses, essas famílias acumulam inflação de 7,71%, enquanto a inflação geral foi de 6,76%, segundo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para as famílias de renda baixa (de R$ 1.650,50 a R$ 2.471,09), a inflação de abril foi de 0,42%, enquanto a de março registrou índice de 0,85%. Essas famílias acumulam uma inflação de 7,5% em 12 meses, também acima da inflação média da economia brasileira.

Na outra ponta da tabela, as famílias de renda alta (mais de R$ 16.509,66) acumulam uma inflação anualizada de 5,21%, abaixo do índice geral. Para essas famílias, a inflação mensal caiu de 1% em março para 0,23% em abril.

O Ipea explica que, em abril, o grupo saúde e cuidados pessoais constituiu o principal fator de pressão sobre os preços, com a alta de produtos farmacêuticos.

Para as famílias de renda mais baixa, esse quadro se soma ao peso do aumento das carnes, aves, ovos, leites e derivados. Mesmo assim, contribuíram para a desaceleração da inflação entre os mais pobres as quedas de tarifas de energia elétrica, ônibus intermunicipais e botijão de gás.

Para as famílias mais ricas, o peso do encarecimento de alimentos e medicamentos é menor, o que se soma à deflação (redução de preços) de combustíveis e transportes por aplicativo.

Classe média

As famílias de renda média alta (R$ 8.254,83 e R$ 16.509,66) foram as que tiveram maior desaceleração da inflação entre todos os grupos de renda, já que o índice de março foi de 1,08%, e o de abril, de 0,20%. No caso dessas famílias, a variação de preços em 12 meses está em 5,85%, baixo da inflação geral.

Para o grupo de renda média (R$ 4.127,41 e R$ 8.254,83), a inflação de abril foi de 0,26%, enquanto a de março era de 1,09%. Em 12 meses, a inflação que incide sobre a cesta de compras dessas famílias acumula 6,61%, também abaixo do índice geral de 6,76%.

Assim como os grupos de renda baixa (R$ 2.471,09 e R$ 4.127,41), os de renda média-baixa experimentam uma inflação acumulada maior que os demais grupos de renda média. A inflação para essas famílias passou de 1,02% em março para 0,33% em abril e acumula 7,3% em 12 meses, acima do IPCA.

Inflação de 2021

Quando são analisadas somente as taxas mensais de 2021, a situação se inverte e os grupos de menor renda passam a acumular as menores variações de preço. Enquanto a renda muito baixa tem inflação de 2,06% desde janeiro, sobre a renda alta incide uma variação acumulada de 2,52%.

Segundo o Ipea, essa diferença repercute, basicamente, a desaceleração dos alimentos e a forte alta dos combustíveis ocorrida no primeiro trimestre de 2021.

A inflação acumulada em 2021 é mais intensa sobre a renda média, com uma taxa acumulada de 2,62% entre janeiro e abril.  

Publicado em 14/05/2021 – 12:17 Por Vinicius Lisboa – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Edição: Valéria Aguiar

Deputado federal quer suspender portaria que aumenta salário de Bolsonaro e Mourão

O deputado federal Elias Vaz (PSB/GO) apresentou, nesta quinta-feira (13/05) na Câmara Federal projeto de decreto legislativo para sustar a portaria que, na prática, aumenta o salário do presidente Bolsonaro, do vice Mourão e de ministros. “Em um momento de crise financeira, em plena pandemia que tem deixado várias famílias dependendo de um auxílio emergencial insuficiente de R$250, o governo apresenta uma medida para beneficiar o presidente e o alto escalão e que não teve aprovação prévia do Congresso Nacional. É vergonhoso!”, afirma o deputado.

A portaria SGP/SEDGG/ME nº 4.975, de 29 de abril, do Ministério da Economia, dispõe sobre os procedimentos para a aplicação do limite remuneratório de que tratam o inciso XI e o parágrafo 10 do artigo 37 da Constituição Federal. A medida altera a regra salarial do funcionalismo público, permitindo que presidente e ministros, bem como servidores civis aposentados e militares da reserva que ocupem cargos comissionados ou eletivos, possam receber salários acima do teto constitucional, de R$ 39,2 mil.

Hoje, um militar da reserva, ao ser nomeado para um cargo comissionado, passa a receber, além da aposentadoria, o valor referente ao cargo que está ocupando, mas com o abate do que ultrapassar o teto. Com a nova regra, a verificação do limite será analisada separadamente. Caso cada remuneração esteja abaixo do teto, os valores poderão ser recebidos de forma integral. “O governo não revelou o impacto dessa medida, de onde será retirado o recurso e se o gasto se enquadra na previsão orçamentária deste ano. Serão beneficiados apenas aqueles que já têm altos salários e podem até dobrar em alguns casos”, explica Elias Vaz.

Publicado por Diário de Goiás

CPI: representante da Pfizer detalha negociação de vacinas com Brasil

Gerente-geral da empresa na América Latina depõe na CPI da Pandemia

O gerente-geral da Pfizer na América Latina e ex-presidente da empresa no Brasil, Carlos Murillo, disse nesta quinta-feira (13) à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado que a farmacêutica norte-americana fez várias ofertas de venda de vacina contra covid-19 ao governo brasileiro. As primeiras negociações, explicou, foram iniciadas em março de 2020, mas o contrato com a farmacêutica foi concretizado um ano depois, em 21 de março de 2021.

Cronologia

Aos senadores, Murillo ressaltou que o Brasil é o mercado mais importante da companhia na região da América Latina e detalhou o cronograma de vacinas sugerido para 2020 e 2021 ao país. Segundo ele, a primeira oferta de vacinas ao Brasil foi feita em 14 de agosto. Pela proposta – que contemplava 30 milhões ou 70 milhões de doses do imunizante – seriam distribuídas 500 mil em 2020 e o restante entre os quatro trimestres deste ano.

Já na segunda oferta, de 18 de agosto, o número de doses ofertadas para 2020 aumentou, seria um total de 1,5 milhão e o restante em 2021. Em 26 de agosto, ficou negociado que seriam 3 milhões para o primeiro trimestre, 14 milhões no segundo, 26,5 milhões no terceiro trimestre e 25 milhões de vacinas no quarto. Após esse contato da Pfizer, Murillo disse que o governo “não aceitou, tampouco rejeitou” a oferta feita pela empresa. Segundo ele, como a Pfizer estava em processo de tratativas com o governo, a proposta tinha validade de 15 dias e não houve retorno por parte do governo brasileiro.

Carta

Segundo relato do executivo à CPI, em setembro de 2020, a Pfizer enviou uma carta ao governo, endereçada ao presidente Jair Bolsonaro, ao vice-presidente Hamilton Mourão, ao então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, ao ministro da Economia, Paulo Guedes, ao então ministro da Casa Civil, Braga Netto, além do embaixador do Brasil nos Estados Unidos, Nestor Forster Jr.

No documento, a Pfizer pedia uma resposta rápida do Brasil, devido à alta procura pela vacina no mundo. No entanto, ela foi respondida dois meses depois, em novembro, conforme dito ontem (12) à CPI pelo  ex-secretário especial de Comunicação Social, Fabio Wajngarten. Carlos Murillo confirmou ainda que chegou a se reunir com o ex-secretário e outros representantes do governo, mas que as negociações eram feitas exclusivamente pelo Ministério da Saúde.

Já no final do ano passado, em novembro, as projeções de ofertas da vacina não levaram em conta entregas de doses em 2020. Na ocasião, foram oferecidas 2 milhões de doses de vacinas no primeiro trimestre, 6,5 milhões no segundo, 32 milhões no terceiro trimestre, além de 22,5 milhões de doses entre outubro e dezembro.

Negociação

Perguntado sobre as dificuldades na negociação dos imunizantes no Brasil, o gerente-geral da Pfizer na América Latina afirmou que o armazenamento das vacinas, que exige temperaturas muito baixas, era uma das principais questões a serem consideradas. No fim de outubro, em nova reunião, a Pfizer apresentou uma caixa que havia desenvolvido, em que armazenamento poderia ser feito com gelo seco. Diante da solução, o Ministério da Saúde, ponderou que, para avançar com um contrato, precisava do registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para atender às condições do contrato.

O executivo lembrou ainda que a vacina obteve o registro permanente na Anvisa em 22 de fevereiro deste ano, e que o primeiro contrato fechado com o governo brasileiro foi celebrado em 8 de março de 2021 para 100 milhões de doses. “Nosso contrato prevê a entrega de 13,5 milhões de doses no segundo trimestre, mais 86 milhões no terceiro trimestre. Consideramos hoje que, no primeiro trimestre, seremos capazes de fornecer ao Brasil 15,5 milhões de doses”, afirmou.

Novo contrato

Murillo destacou ainda que nesta semana a empresa deve fechar o segundo contrato com o governo brasileiro, para mais 100 milhões de doses. Nesse caso, a entrega está prevista para o quarto trimestre deste ano.

Publicado em 13/05/2021 – 15:23 Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Podcast MP-GO no Ar apresenta a nova Coordenadoria de Projetos Institucionais e o projeto Foco no Extra

0

A mais recente edição do podcast MP-GO no Ar tem como convidadas a promotora de Justiça Sandra Mara Garbelini, que está à frente da Coordenadoria de Projetos Institucionais da instituição, e a promotora de Justiça Liana Schuler, da comarca de Flores de Goiás, que receberá o piloto do projeto Foco no Extra.

Criada pelo Ato PGJ nº 25, de 26 de março deste ano, a Coordenadoria de Projetos Institucionais é vinculada à Subprocuradoria-Geral para Assuntos Institucionais e fará o acompanhamento, gerenciamento e apoio aos projetos desenvolvidos no âmbito do MP goiano. “Nós precisamos cada vez mais nos profissionalizar nestes projetos, trabalhando para que todos tenham começo, meio e fim e gerem um serviço à sociedade”, explicou Sandra Garbelini.

A promotora Liana Schuler falou sobre os números relativos à Promotoria de Flores de Goiás, que será a comarca-piloto para início do projeto Foco no Extra, que se propõe a buscar a resolutividade e a eficiência da atuação institucional de forma conjunta, integrada e temporária na condução dos autos extrajudiciais, apoiando o membro da instituição que se encontra sobrecarregado. Ela comentou sobre receber o projeto, que terá início ainda neste mês. “A expectativa é a melhor possível, especialmente por saber que a experiência em Flores de Goiás poderá ajudar os demais colegas”, destacou.

Confira a íntegra do 19º episódio do MP-GO no Ar no site do MP e nas principais plataformas de streaming, a exemplo do Spotify, do Google Podcasts e do Apple Podcasts. (Texto: Cristina Rosa/Assessoria de Comunicação Social do MP-GO)

MP-GO lança cartilha sobre combate ao abuso e exploração sexual de crianças em live no dia 18 de maio

0

Neste 18 de maio, data que marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, o Ministério Público de Goiás (MP-GO) promoverá uma live (transmissão ao vivo) sobre o tema e fará o lançamento da cartilha Saliência Comigo Não!. O evento terá início às 19 horas, com transmissão pelo canal do MP-GO no YouTube – youtube.com/mpdegoias.

A publicação foi idealizada pela promotora de Justiça Úrsula Catarina Fernandes da Silva Pinto, da comarca de Cavalcante, a partir da constatação de que os materiais educativos que abordavam a temática não eram condizentes com a realidade da comunidade quilombola Kalunga. A cartilha foi elaborada com auxílio da Área da Infância, Juventude e Educação do Centro de Apoio Operacional do MP-GO, da Unidade Técnica-Pericial em Psicologia e da Assessoria de Comunicação Social.

Durante a live, que objetiva sensibilizar profissionais e comunidade, as psicólogas do MP goiano Lícia Nery Fonseca e Jaqueline Moreira Coelho abordarão o conceito de abuso sexual, a questão da autoria, a necessidade do acolhimento e escuta das crianças, o sofrimento psíquico provocado por esse crime, além da importância dos suportes familiar e social no processo de elaboração. São convidados do evento a subprocuradora-geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Laura Maria Ferreira Bueno; a coordenadora da Área da Infância, Juventude e Educação do MP, Cristiane Marques de Souza; a promotora Úrsula Catarina Fernandes; o psicólogo Flávio Serafim Lima, que atua no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Cavalcante; a liderança quilombola Lucilene Kalunga, e a estudante quilombola Safira Rodrigues. (Texto: Cristina Rosa/Assessoria de Comunicação Social do MP-GO)

Com crescimento de 1,6%, a indústria de Goiás fica em quarto lugar entre os estados, segundo IBGE

0

Ronaldo Caiado explica que o investimento e a confiança ocorrem porque o estado está no caminho certo

Mesmo em um período de mais de um ano de pandemia da covid-19, a indústria teve em Goiás teve crescimento de 1,6% em março de 2021. A comparação é feita referente ao mês anterior.

De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) divulgada nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foram 60 dias consecutivos de ampliação no setor depois de quatro meses de retração.

O bom resultado coloca Goiás no quarto lugar nacional entre os 15 estados que são avaliados pelo IBGE. Os outros estado à frente de Goiás foram Amazonas (7,8%), Pará (2,1%) e Minas Gerais (1,7%).

As medidas adotadas pelo governo de Goiás podem ter sido fundamentais para este resultado, já que a proteção ao setor de empresas e ao emprego foram defendidas pelo governo e, com isso, o estado atingiu o crescimento industrial em 0,4%, comparado com o mês de março de 2020, e em 0,8% no acumulado dos últimos doze meses.

O Governador Ronaldo Caiado defendeu a política de sua equipe e afirmou que este é o caminho para que o estado continue a crescer. Uma meta do governador é colocar o estado de Goiás até o findar de seu mandato entre os quatro maiores em relação à situação fiscal.

Além das medidas citadas, o governador ressalta que o Executivo faz uma distribuição correta do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO) e junto com a Agência de Fomento de Goiás (GoiásFomento) atua fortemente para contribuir e assistir empresas penalizadas com a pandemia.

Com o resultado do crescimento industrial do estado, outro número que acompanha é o saldo de empregos, que foi de 17.050, no primeiro trimestre do ano passado, para 39.804, no mesmo período de 2021, o equivalente a um crescimento de 133,45%, segundo informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão ligado ao Ministério da Economia.

O secretário da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), José Vitti, avaliou os números e reforçou que, em Goiás, as políticas do governador Caiado estão surtindo efeito positivo, a despeito da crise causada pela pandemia.

“Os mais de 112 milhões liberados pelo Governo de Goiás em março, por meio do Programa Estadual de Apoio ao Empreendedor (Peame), evidenciam o compromisso governador Ronaldo Caiado na recuperação das empresas, sobretudo as micro e pequenas; e também na geração de empregos e regionalização do desenvolvimento”, pontua o secretário.

Publicado por Diário de Goiás