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Ônibus laboratório fará exames de covid-19 no Aeroporto de Congonhas

Ônibus laboratório conta com uma equipe para a coleta das amostras

A partir de hoje (1º), todos os passageiros que chegarem no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, identificados como sintomáticos para a covid-19, serão direcionados para a realização do teste RT-PCR em um ônibus laboratório, posicionado no próprio terminal. O ônibus conta com uma equipe de saúde preparada para a coleta das amostras. O serviço funcionará das 6h às 23h. 

Segundo informações da prefeitura de São Paulo, além de agilizar o exame do passageiro, a ação contribuirá para o isolamento social mais breve possível, caso o exame confirme a contaminação. O passageiro também será orientado a se isolar até a liberação do resultado do teste.

“Para viajantes que não possuam condições financeiras, estão reservados 60 quartos no hotel na região do Anhembi, para que o isolamento seja feito de maneira adequada. Caso seja identificado algum caso com a variante indiana da covid-19, esse paciente será encaminhado para o Hospital Geral Guaianazes para o devido tratamento”, informou a prefeitura. 

A unidade, que pertence ao estado, conta com 20 leitos de enfermaria e dez leitos de UTI.

A prefeitura informou ainda que na última semana, a Vigilância Municipal monitorou 68 voos e cerca de 6,8 mil passageiros, com sete sintomáticos, que foram encaminhados à UBS Jardim Aeroporto para a realização do RT-PCR.

Edição: Fernando Fraga

Publicado em 01/06/2021 – 12:34 Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

Vacinação contra gripe: 20 milhões de doses já foram aplicadas

Segunda fase da campanha termina na próxima terça-feira

Com previsão de encerrar a segunda fase no próximo dia 8, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe já aplicou 20,2 milhões de doses de vacinas. O número corresponde a 25,3% da meta pretendida, de 79,7 milhões de doses, até o final da terceira fase, em 9 de julho.

A segunda etapa é destinada a idosos com mais de 60 anos e professores. A expectativa era de, nesta fase, vacinar cerca de 33 milhões de pessoas. Na primeira etapa, entre os dias 12 de abril e 10 de maio, o foco eram crianças com idade entre 6 meses e 6 anos; gestantes e mulheres no período até 45 dias após o parto [puérperas]; povos indígenas e trabalhadores da saúde. Nesta fase, o governo pretendia vacinar cerca de 25 milhões de pessoas.

Já a terceira fase, que ocorrerá entre 9 de junho e 9 de julho, tem como público-alvo integrantes das Forças Armadas; da área de segurança e de salvamento; pessoas com comorbidades, condições clínicas especiais ou com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo rodoviário; trabalhadores portuários; funcionários do sistema de privação de liberdade; população privada de liberdade e adolescentes em medidas socioeducativas. Nela, a previsão é de aplicar 22 milhões de doses.

De acordo com o Ministério da Saúde, 58,3 milhões de doses já foram distribuídas para as unidades federativas. A região que registrou o maior número de doses aplicadas foi o Sudeste, com 9 milhões de doses aplicadas, o que corresponde a 29,4% da cobertura vacinal pretendida. Em segundo lugar, está a Região Nordeste, onde já foram aplicadas 4,8 milhões de doses, o correspondente a 23,6% do que é pretendido até o final da campanha.

Com 3,6 milhões de doses aplicadas, a Região Sul é a que registra a melhor cobertura vacinal até o momento, com 29,4% do total pretendido. No Centro-Oeste foram aplicadas 1,6 milhão de doses (27,3% da cobertura pretendida), e na Norte, 1,1 milhão (18,3%).

Publicado em 01/06/2021 – 13:13 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

PIB do primeiro trimestre mostra recuperação econômica, diz SPE

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Crescimento neste ano pode ter como limitador o baixo volume de chuvas

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia avaliou que o resultado do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país), do primeiro trimestre de 2021, de 1,2%, “mostra a forte recuperação da atividade econômica, mesmo com o recrudescimento da pandemia”. 

De acordo com a secretaria, os indicadores de mais alta frequência, diários e mensais, mostram que a economia brasileira continua se recuperando no início deste ano.

Conforme a SPE, os especialistas têm revisado as suas projeções para 2021, após os resultados mais recentes, e ampliando as projeções de crescimento. A média era de 3% e passou para cerca de 4% nos últimos três meses.

Na avaliação do órgão, a despeito do fim dos programas emergenciais em dezembro de 2020 e do recrudescimento da pandemia no começo de 2021, a atividade econômica permaneceu em trajetória de elevação nos primeiros meses do ano. 

“Isso demonstra o acerto da política econômica do governo ao apontar corretamente que não ocorreria o fiscal cliff [abismo fiscal] propagado por alguns analistas. Em resumo, a retirada dos estímulos governamentais temporários, tal como defendido por esta SPE, não teve impactos significativos sobre a atividade no primeiro trimestre do ano”, apontou a nota da SPE, emitida hoje (1º), após a divulgação do resultado do PIB do primeiro trimestre de 2021, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Como fatores de alerta e que inspiram atenção para a recuperação, a SPE indicou a necessidade de prosseguir com o processo de consolidação fiscal e a aprovação das reformas de aumento de produtividade, além de citar as incertezas inerentes à pandemia e o risco hídrico. 

Segundo ainda a SPE, a perspectiva de crescimento neste ano pode ter como limitador o baixo volume de chuvas e seu impacto na oferta de energia elétrica, o que está sendo “observado com a atenção necessária, de forma a evitar ou mitigar os seus efeitos”. A recuperação “plena e pujante da economia”, no entanto, só deve ocorrer, conforme o órgão, com a retomada da agenda de reformas e a consolidação fiscal.

“É preciso superar o diagnóstico do baixo crescimento da economia brasileira devido à baixa produtividade e à má alocação de recursos. Assim, não há outro caminho que resulte em elevação do bem-estar dos brasileiros a não ser medidas que busquem a sustentabilidade do crescimento e a correção da má alocação de recursos que incentivem a expansão do setor privado, por meio das reformas e da consolidação fiscal”, avaliou a secretaria.

Entre as medidas necessárias para o país, a secretaria destacou as reformas tributária e administrativa; os projetos de lei de modernização do setor elétrico, o de concessões e de parcerias público-privadas, o cambial, as debêntures de infraestrutura, o novo marco de ferrovias; e a nova lei de cabotagem. “São exemplos de reformas necessárias ao país, que estão em discussão no Congresso Nacional e poderão atuar na simplificação tributária, na desregulamentação e na redução de custos, com o objetivo primordial de aumento da produtividade, tão necessário ao país neste momento”.

No entendimento da SPE, o sucesso da implementação da agenda de consolidação fiscal e as reformas pró-mercado estão relacionadas à retomada da atividade em curso na economia brasileira. A secretaria acrescentou que, “sem grandes alardes”, uma importante agenda econômica já foi aprovada em parceria com o Congresso Nacional. 

“Em menos de 30 meses de governo, um novo marco fiscal foi aprovado: reforma da Previdência, lei do contribuinte legal (transação tributária), leis complementares 173 (lei de assistência aos governos estaduais e municipais que impediam aumento de salário para funcionários públicos por dois anos (2020-21); 176 (resolução do passivo da Lei Kandir) e 178 (estabelecendo gatilhos para estados e municípios e melhorias na LRF), e a Emenda Constitucional 109 (PEC Emergencial)”, destacou.

De acordo com a SPE, no conjunto, essas medidas refletem a preocupação com a estabilização da relação dívida/PIB e a consolidação fiscal. Além disso, este ano está mantido o avanço da agenda econômica em parceria com o Congresso Nacional. 

“A MP da Eletrobras acaba de ser aprovada na Câmara e segue para o Senado, onde também se encontram para aprovação os PL cambial e BR do mar, e a licença ambiental”, disse.

Entre as prioridades para este ano, a SPE acrescentou a modernização do setor elétrico, a mudança do regime de partilha para concessões, o novo marco de parceria público-privadas, o PL de autorização de ferrovias, e um aprimoramento das debêntures de infraestrutura, incluindo também as reformas administrativa e tributária.

Edição: Fernando Fraga

Publicado em 01/06/2021 – 13:50 Por Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

CPI: Nise Yamaguchi diz que não sugeriu mudanças na bula da cloroquina

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Médica foi convidada a falar aos senadores que integram a comissão

A médica oncologista e imunologista Nise Yamagushi negou nesta terça-feira (1º) ter  sido uma das responsáveis por tentar alterar a bula da cloroquina para que o uso do medicamento fosse recomendado para infectados pelo novo coronavírus. Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado, os parlamentares lembraram a fala do presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa), Antonio Barra Torres, à comissão de que em uma reunião na Casa Civil uma minuta com esse fim teria sido apresentada.

Perguntada se foi ela quem preparou o documento, a imunologista respondeu não. “De forma alguma, não. Eu devo dizer para o senhor o seguinte: eu não fiz nenhuma minuta, inclusive, não conhecia esse papel”, declarou. Nise confirmou que houve a reunião com Barra Torres e o então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e disse que, ao final do encontro, foi chamada para falar sobre a mudança da bula. “Essa minuta não falava de bula, falava da possibilidade de haver uma disponibilização de medicamentos”, disse a médica. A reunião com esse objetivo também foi citada à comissão por Mandetta.

A médica também negou fazer parte de uma espécie de “gabinete paralelo” de aconselhamento sobre medidas de combate à pandemia.

A imunologista foi convidada para falar à CPI por sua defesa ao tratamento precoce de pacientes da covid-19 com uso de cloroquina, medicamento sem comprovação de eficácia contra coronavírus. No depoimento, ela afirmou que “é uma colaboradora eventual de qualquer governo”. 

Segundo Nise Yamagushi, atualmente, sua participação se dá de forma ” técnica” e específica, quando convidada.

Sobre as consequências da “demora” na compra de vacinas contra a covid-19, Nise avaliou que é o “atraso que existe no início do tratamento” que tem “determinado tantos mortos”. “Não só isso, mas neste momento temos também problema de diagnóstico”, afirmou.

O relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), exibiu um vídeo em que a médica falava que não era necessário que as pessoas tomassem vacina “aleatoriamente” e que a vacina não é “a única saída”, ao comparar os imunizantes ao tratamento precoce contra a covid-19 em relação ao seu grau de importância.

Questionada sobre a declaração, a médica reafirmou sua fala e foi interrompida pelo presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM). “Desconsidere o que ela está falando em relação à vacina. Ela não está certa. Vacina sempre preveniu. É melhor prevenir do que remediar. Isso é histórico”, disse o parlamentar.

Chamada pelo relator a pedir desculpas pela posição, a médica disse que o Brasil não vacinou pessoas aleatoriamente. “Vacinas aleatórias e indiscriminadas têm que ser revistas. O Ministério da Saúde seguiu regras para vacinar. Não saíram vacinando todo mundo ao mesmo tempo”.

Especificamente sobre o uso da cloroquina,Nise Yamaguchi disse que “houve uma conspiração política” contra o uso da medicação. “Houve múltiplas ações contra o tratamento precoce no Brasil. Várias procuradorias entraram com ações contra prefeituras que queriam fazer o tratamento precoce”, lembrou. “Houve a perseguição até de médicos que estavam prescrevendo os medicamentos, excluindo a autonomia ou a soberania do médico.”

Diferentemente de autoridades que prestaram depoimento à CPI, Nise Yamaguchi foi convidada e não convocada. Na prática, a médica não seria obrigada a comparecer à CPI nem a falar a verdade. Apesar disso, ela prestou o compromisso de dizer a verdade no início da sessão.

Edição: Juliana Andrade

Publicado em 01/06/2021 – 14:08 Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Ministro do STF pede informações sobre Copa América no Brasil

Jogos serão entre 13 de junho e 10 de julho deste ano

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, pediu hoje (1º) a manifestação da Presidência da República sobre a realização da Copa América 2021 no Brasil. A medida foi tomada a partir de um pedido do PT para barrar a realização do torneio de futebol em função da pandemia de covid-19. 

Após receber a manifestação legal do presidente Jair Bolsonaro, Lewandowski vai avaliar a questão. “Considerando a importância da matéria e a emergência de saúde pública decorrente do surto do coronavírus, bem como a urgência que o caso requer, solicitem-se prévias informações ao presidente da República no prazo legal”, decidiu o ministro. 

Ontem (31), a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), entidade responsável pela Copa América, confirmou que o evento será no Brasil após a Argentina ter informado que não tem condições de realizá-lo em razão da piora nos casos de covid-19. A Copa será entre 13 de junho e 10 de julho deste ano.

No pedido feito ao STF, o PT pede que seja considerada inconstitucional a autorização do governo brasileiro para realização do torneio durante a pandemia. Segundo a legenda, a competição pode provocar graves impactos no sistema de saúde das cidades que vão receber os jogos. 

“O que se pretende defender nessa oportunidade é a saúde e a vida da população brasileira, de modo que a conduta do Poder Público frente ao desafio posto seja condizente com a sua gravidade, a declarar inconstitucional toda e qualquer postura que possa, de alguma forma, macular com direitos e garantias constitucionais de toda a sociedade”,  sustentou o partido 

Mais cedo, o presidente Bolsonaro disse que, “no que depender do governo federal”, a Copa América será realizada no Brasil. 

Na avaliação do presidente, as críticas à realização do evento no Brasil partem de emissoras de televisão que não detêm os direitos de transmissão dos jogos. Bolsonaro disse que não vê problema na realização de eventos futebolísticos, caso os times sigam os protocolos. 

Edição: Kleber Sampaio

Publicado em 01/06/2021 – 15:14 Por André Richter – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Caixa anuncia patrocínio a esportes olímpicos e paralímpicos

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Banco apoiará também projetos para jovens em vulnerabilidade social

A Caixa Econômica Federal destinará R$ 82 milhões em patrocínios a esportes olímpicos e paralímpicos, bem como a projetos voltados para jovens e crianças em vulnerabilidade social. Entre as modalidades beneficiadas está o skate que, pela primeira vez, será modalidade olímpica.

Os contratos de patrocínio foram assinados hoje (1°) em cerimônia no Palácio do Planalto, com as Confederações Brasileiras de Atletismo (CBAt), de Ginástica e de Skate, e com o Comitê Paralímpico Brasileiro. No caso do skate, o banco informa que o acordo vai vigorar até junho de 2022, com previsão de R$ 6,43 milhões em recursos a serem disponibilizados à Confederação Brasileira de Skate (CBSkate).

Em discurso, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, lembrou que o governo baixou os impostos de importação dos skates, modalidade que, para ele, é “absolutamente inclusiva”. “Vamos patrocinar vários esportes que ninguém quer patrocinar. O objetivo da Caixa é estar onde ninguém quer estar”, disse Guimarães.

Segundo o presidente Jair Bolsonaro, ao zerar o Imposto de Importação dos skates, o governo buscou ajudar os praticantes a se desenvolverem nesta modalidade esportiva. “Skate, pela primeira vez, está entrando nas Olimpíadas, e esta é uma maneira de fazer com que o esportista compre mais barato [o seu equipamento]”, disse Bolsonaro.

Em maio, a Caixa já havia anunciado a manutenção de “parcerias históricas” com a CBAt, a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) e o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).  A Caixa destacou que as três entidades “têm participação já consagrada nos Jogos Olímpicos, com destaque para três medalhas da ginástica artística masculina, 17 medalhas olímpicas do atletismo e as 301 medalhas do esporte paralímpico brasileiro”.

No caso do atletismo, o contrato assinado no mês passado prevê o total de R$ 16 milhões em recursos para o período de junho de 2021 a junho de 2022. Já o contrato assinado com a Confederação Brasileira de Ginástica prevê repasses de R$ 30 milhões por quatro anos, de maio de 2021 a maio de 2025, nas quatro modalidades (artística, rítmica, de trampolim e aeróbica) e escolinhas.

O contrato voltado para o esporte paralímpico, de R$ 24,7 milhões, vale para o período de junho de 2021 a junho de 2022 e abrange 11 modalidades: atletismo, natação, halterofilismo, tiro esportivo, futebol de 5, bocha, judô, goalball, basquete em cadeira de rodas, tênis de mesa e vôlei sentado.

Segundo a Caixa, os projetos sociais selecionados pelo banco possibilitarão a inclusão social de 550 crianças e adolescentes com deficiência da rede pública de ensino por meio de atividades esportivas, culturais e educativas a serem desenvolvidas no Centro Paralímpico Caixa, em São Paulo.

Edição: Nádia Franco

Publicado em 01/06/2021 – 15:19 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Eduardo Pazuello é nomeado para cargo na Presidência da República

Ex-ministro atuará na Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos

O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello foi nomeado nesta terça-feira (1º) para o cargo de secretário de Estudos Estratégicos da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos, vinculada à Presidência da República. Trata-se de um cargo comissionado de Direção e Assessoramento Superior (DAS).

A nomeação de Pazuello foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), em portaria assinada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos.

O ex-ministro deixou a pasta da Saúde há pouco mais de dois meses e meio, substituído pelo médico Marcelo Queiroga. Em seguida, Pazuello, que é general da ativa do Exército, voltou a exercer atividades na própria corporação.

Há cerca de dez dias, o ex-ministro depôs na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Publicado em 01/06/2021 – 15:31 Por Agência Brasil – Brasília