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Música clássica: MEC FM instala novo transmissor para som mais limpo

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Novidade já pode ser conferida pelo ouvinte nesta sexta (9)

Luzes no palco espelhadas na superfície de cada instrumento. Surgem em detalhes, as notas, os acordes e os sentimentos transmitidos cada vez que começa a música clássica. Como não imaginar o cenário quando se ouve esse som pelo rádio? Ouvintes da MEC FM no Rio de Janeiro (na frequência 99,3 MHz) terão o som da música de concerto, especialidade da emissora, ainda mais limpo e chegando a mais gente a partir desta sexta-feira (9), às 12h.

Isso vai ocorrer porque a rádio passará a operar com um novo transmissor (de potência de 35 kw), o que permitirá novas experiências para o ouvinte e a identificação mais fácil da sintonia. “O transmissor traz uma eficiência maior para a rádio. Chega com mais robustez. Isso vai melhorar muito a qualidade de áudio. Todo esse trabalho que é feito no estúdio da rádio chega na casa do ouvinte bem fiel ao que é emitido aqui”, afirma o gerente da rádio MEC, Thiago Regotto. O gerente da rádio assegura que o potencial técnico da emissora, de modernos equipamentos nos estúdios e sons em formatos com menos perda de qualidade, seja utilizado em toda a sua capacidade. 

Outra novidade com o equipamento é que essa eficiência cobrirá grande parte do estado do Rio de Janeiro. O transmissor vai operar a partir de uma antena no Parque do Sumaré, na Floresta da Tijuca, área geograficamente privilegiada e uma das mais altas, o que garante maior penetração em diferentes áreas. Isso inclui toda a região metropolitana do Rio de Janeiro, cidades serranas, do sul e do norte Fluminense. “É o mesmo espaço utilizado pela emissora desde 1983, quando a rádio foi inaugurada”, afirma Regotto.  O transmissor fica na torre também utilizada pela TV Brasil, no Rio de Janeiro. 

Programação

A transição para o novo transmissor ocorrerá às 12h desta sexta. Nesse momento, ocorrerá uma breve interrupção no sinal. “Em seguida, serão apresentados no Concerto MEC uma programação com recentes lançamentos da música clássica, com gravações com alta qualidade sonora. Das 13h às 15h, será a vez do ouvinte participar da nossa programação pedindo por Whatsapp a sua música preferida no Clássicos do Ouvinte“, explica Thiago Regotto.

Para o final de tarde, às 17h, mais uma oportunidade de conferir a novidade em alto e bom som. “Terá piano e voz ao vivo direto do nosso estúdio, com o programa Sala de Concerto, que recebe o maestro e pianista Claudio Ávila e a soprano Daruã Góes, para uma hora com as mais famosas canções de musicais”, afirma. Um concerto pelas ondas da rádio.

Edição: Alessandra Esteves

Publicado em 09/07/2021 – 06:30 Por Luiz Claudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Brasil ultrapassa marca de 110 milhões de doses de vacinas aplicadas

Mais da metade dos aptos às vacinas já receberam pelo menos uma dose

Mais de 110 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 já foram aplicadas no Brasil, o que significa que mais da metade da população vacinável já receberam pelo menos uma dose de imunizante, ou seja, mais de 80 milhões de pessoas.

No país, considera-se público vacinável pessoas maiores de 18 anos, correspondendo a cerca de 160 milhões de brasileiros. Já foram distribuídas, pelo Ministério da Saúde, mais 143 milhões de doses de vacinas para os estados e o Distrito Federal, possibilitando a imunização de 100% dos grupos prioritários da campanha, com pelo menos uma dose da vacina.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que essa marca vai além dos números. “Os efeitos da nossa campanha de vacinação podem ser percebidos na redução de óbitos e de internações decorrentes da doença. Estamos no caminho certo para salvar cada vez mais vidas”.

O ministro ressaltou a importância de a população completar o esquema vacinal com as duas doses dos imunizantes. “A melhor vacina é aquela aplicada no braço do brasileiro. E, para que ela tenha o efeito desejado, é preciso que a pessoa vá até o local de vacinação no prazo correto e tome a segunda dose. Só assim a imunização estará completa”, disse.

Nessa quarta-feira (7), o ministério lançou campanha para incentivar a vacinação com a segunda dose do imunizante. Entre as vacinas liberadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para serem aplicadas no Brasil, estão a AstraZeneca/Fiocruz, Pfizer/BioNTech e Coronavac/Butantan. Apenas a Janssen, da farmacêutica Johnson & Johnson, é dose única.

*Com informações do Ministério da Saúde

Edição: Graça Adjuto

Embaixada promove festival coreano no fim de semana

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Tecnologia, K-pop, gastronomia, moda e língua estão na programação

A Embaixada da Coreia do Sul no Brasil promove, de hoje (9) a domingo (11), mais uma edição do Festival República da Coreia, transmitido ao vivo pelo canal da representação diplomática no Youtube. Neste ano, o formato será de programa de TV, exibido direto de um estúdio em Brasília. A apresentação será feita pela jornalista Rafaela Dornas e a escritora e produtora Babi Dewet.  

De acordo com a embaixada, durante os três dias o Festival República da Coreia terá uma programação diversificada. Haverá espaço para a gastronomia coreana, cinema, turismo no país, palestras sobre educação, bolsa de estudos, além de taekwondo, músicas, apresentações culturais tradicionais e atividades interativas.

Veja o vídeo de abertura do evento:


No primeiro dia, por exemplo, o destaque é a exibição de um documentário sobre os tempos de pandemia e como a tecnologia de ponta pode ser uma aliada para o futuro. Haverá também um concerto de música produzido pela Orquestra Filarmônica de Belo Horizonte e a premiação de dois concursos: o de literatura (Concurso de Literatura Internacional), em parceria com a Associação Nacional dos Escritores (ANE), e o de audiovisual (Luz, Câmera e Ação), realizado em parceria com a produtora Cine Um, com curadoria do doutor em cinema coreano Josmar Reyes. 

A programação do segundo dia terá também documentário sobre as características da inovação coreana, seguida de uma aula ao vivo da língua e expressões usuais com uma professora do país, gastronomia com renomados chefs e bate-papo sobre a cozinha coreana. A programação inclui ainda palestras e tira-dúvidas sobre bolsa de estudos do governo da Coreia do Sul e como os brasileiros podem acessá-la, além de uma roda de conversa com acadêmicos que pesquisam sobre a Coreia em universidades brasileiras. O destaque do sábado também fica com a Copa Embaixador de Poomsae, uma parceria da embaixada com a Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTKD), que vai premiar as melhores performances da modalidade.

No último dia, haverá a realização do Kpop World Festival, concurso que vai escolher os melhores covers de Kpop do Brasil. Os candidatos foram pré-selecionados em chamada publica, e os ganhadores serão recomendados para participar, ao final, de Kpop World Festival, online, transmitida direto da Coreia. Outro destaque fica com quadro sobre moda e a beleza coreana, em conversa com influencers e também com brasileiros que moram no interior do país e contam como fazem para viver a cultura em suas cidades com menos de 200 mil habitantes.

No Brasil, estima-se que existam cerca de 200 grupos de cultura coreana que, juntos, reúnem aproximadamente 350 mil fãs apenas de Kpop. Esses números são apenas uma estimativa da própria embaixada, com base nos monitoramentos de grupos mais relevantes. O Kpop é, de longe, a primeira imagem que os brasileiros têm da Coreia, segundo pesquisa realizada pela Korean Foundation For International Cultural Exchange (KOfice). O estilo musical ultrapassou até a percepção do país asiático como polo tecnológico, por causa da produção de celulares e aparelhos eletrônicas de última geração.

Entre os conteúdos mais consumidos pelos brasileiros fãs da cultura coreana também estão filmes e os Kdramas, que vêm ganhando popularidade por meio das plataformas de streaming.

Edição: Graça Adjuto

Publicado em 09/07/2021 – 08:20 Por Agência Brasil – Brasília

Estudo relaciona mortandade de peixes a operações de hidrelétricas

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Pesquisadores investigaram 251 eventos de mortandade de 2010 a 2020

A operação de usinas hidrelétricas está relacionada à morte de toneladas de peixes nos últimos 10 anos em todo o Brasil, segundo apontou estudo da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e das universidades federais do Pará (UFPA) e de Tocantins (UFT), publicado na revista Neotropical Ichthyology nesta sexta-feira (9).

Os pesquisadores investigaram 251 eventos de mortandade de peixes de água doce registrados em todas as bacias hidrográficas brasileiras, em rios e reservatórios, revisando casos ocorridos entre 2010 e 2020. Esses eventos foram registrados principalmente em trechos de rios abaixo de usinas hidrelétricas. Em 2007, no reservatório da hidrelétrica de Xingó, localizada entre os estados de Alagoas e Sergipe, foram perdidas 297 toneladas de tilápia, conforme cita o estudo.

O estudo cita que, desde os anos 1970, houve um declínio de 84% das espécies de peixes de água doce no mundo, segundo relatório de 2018 da organização não governamental World Wide Fund For Nature (WWF).

Impacto ambiental

Apesar de a geração de energia a partir de hidrelétricas ser vista como limpa e renovável, a mortandade em massa dos peixes em áreas de hidrelétricas foi associada a suas operações. De acordo com o estudo, o enchimento do reservatório das usinas, o ligamento e o desligamento de suas turbinas e a abertura e o fechamento das comportas de vertedouros causam mudanças repentinas no ambiente, que tem impactos negativos para os cardumes.

Esses fatores, que fazem parte da operação regular das hidrelétricas, afetam a quantidade de oxigênio e de outros elementos na água, além da quantidade de água nos rios, o que pode levar à morte dos peixes. Além de impacto ambiental e risco à biodiversidade, esses eventos levam a impactos sociais e econômicos para as populações de pescadores e ribeirinhos que dependem da pesca para viver.

Os resultados do estudo apontam que a abertura das comportas para liberar água do reservatório, seja para regular a vazão do rio ou para facilitar o funcionamento das turbinas com a remoção de plantas aquáticas, por exemplo, é uma das principais atividades relacionadas aos eventos de mortandade de peixes. O lançamento de água pode levar à supersaturação de gases na água, que pode levar os peixes à morte.

“Uma manobra rápida do vertedouro pode levar a uma grande mortandade, porque leva à formação de supersaturação. A água que desce pelo vertedouro mergulha fundo. E, quando ela leva ar lá para o fundo, 20 metros de profundidade, esse ar atmosférico dissolve e você não vê bolhas, é como se fosse uma água com gás dentro da garrafa sem abrir, você não vê nada. Quando chega na superfície, essas bolhas vão se juntando e formando bolhas maiores e visíveis. A principal mortandade ocorre no pé da barragem, no local em que essas águas supersaturadas se espalham mais”, explicou Angelo Antonio Agostinho, pesquisador da UEM e um dos autores do estudo. O vertedouro tem a função descarregar toda a água não utilizada para geração.

O pesquisador relatou que, geralmente, os peixes se acumulam no pé das barragens porque eles são atraídos pela corrente e sua movimentação normalmente é contra a corrente. Diante disso, qualquer situação que aconteça na barragem acaba afetando esses peixes, e a supersaturação é uma delas.

Períodos de seca

A alta mortandade de peixes também pode ser associada ao fechamento de comportas, que ocorrem, em geral, na estação seca, quando o reservatório tem redução do nível de água. Mudanças repentinas nesse contexto afetam a quantidade de água a jusante, o que pode levar à morte de peixes abaixo da barragem especialmente quando os peixes permanecem presos em piscinas, sob condições de baixa oxigenação.

“Normalmente acontece essa morte quando eles fecham a unidade geradora [de energia], baixam a comporta, para poder escoar a água que tem dentro, geralmente para fazer manutenção. Durante esse fechamento, pode ficar muito peixe lá dentro e eles consumirem o oxigênio e acabarem morrendo. Essa é uma maneira que tem morrido muito peixe no Brasil. E a outra maneira é supersaturação mesmo. Eu atribuo a essas duas as principais fontes de morte de peixe em barragem no Brasil”, disse.

Avaliação e planejamento

Agostinho afirma que o início do funcionamento de uma usina hidrelétrica, quando as máquinas estão sendo testadas para garantir que foram corretamente projetadas, fabricadas, instaladas e operadas, é uma oportunidade para avaliar se suas características físicas e operacionais estão afetando os peixes da região.

Uma das ações de mitigação do impacto das águas que descem pelo vertedouro, apontada no estudo, é a instalação de defletores de fluxo para redirecionar a água vertida horizontalmente, tornando o jato superficial, prevenindo que bolhas mergulhem para o fundo da bacia de dissipação, e, dessa forma, minimizar a supersaturação.

Segundo o pesquisador, um dos objetivos do estudo é fornecer informações para orientar a tomada de decisões nas vistorias e planejamento da instalação de novas hidrelétricas a fim de evitar a morte de peixes.

“Os órgãos de controle ambiental devem contemplar, no termo de referência no processo de licenciamento hidrelétrico, a avaliação dos impactos ambientais relacionados à operação das estruturas hidráulicas (vertedouro e turbinas). Deve-se considerar o projeto do vertedouro, características da bacia de dissipação de energia, além de facilidades para aeração e acesso aos compartimentos das turbinas”, concluíram os pesquisadores no artigo.

Além disso, eles apontam que o momento de testes das estruturas das hidrelétricas para garantir que foram corretamente projetadas, fabricadas, instaladas e operadas, é uma grande oportunidade para avaliar se suas características físicas e operacionais têm impacto negativo no conjunto de peixes da região.

Segundo o pesquisador, se a energia da queda d’água de uma barragem não é dissipada, outros problemas – como erosão – podem ocorrer. Esse fator põe em risco a segurança da instalação.

Mas é possível utilizar mecanismos para fazer a dissipação, afirma. “Isso é possível, tanto que nem todas as usinas têm esse problema hoje. Itaipu é uma usina enorme e não tem esse problema. Então a supersaturação pode ser resolvida com cuidados na operação ou pode ser resolvida com mudanças na estrutura.”

O Ministério de Minas e Energia disse, em nota, que não pode se posicionar, pois não teve acesso ao estudo citado.

Agência Brasil procurou também o Ministério do Meio Ambiente e aguarda retorno.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Publicado em 09/07/2021 – 08:58 Por Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

Governo inclui dois trechos de ferrovia no PPI

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Decreto está no Diário Oficial da União desta sexta-feira

O presidente Jair Bolsonaro publicou no Diário Oficial da União de hoje (9) decreto que qualifica dois trechos da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). A ferrovia terá um total de 1.527 quilômetros (km) de trilhos, ligando o Porto de Ilhéus ao município de Figueirópolis, onde se conectará com a Ferrovia Norte-Sul e o restante do país.

O primeiro trecho da ferrovia, de 537 km, ligando as cidades baianas de Ilhéus e Caetité, foi leiloado em abril, tendo como vencedora do certame a empresa Bahia Mineração (Bamin). A expectativa é de que esse trecho comece a operar em 2025, transportando mais de 18 milhões de toneladas de carga, em especial grãos e principalmente minério de ferro produzido na região de Caetité.

O decreto publicado hoje refere-se à segunda etapa da Fiol e abrange dois trechos e um total de 1.527 km de trilhos. O primeiro, de 485,4 km, liga os municípios de Caetité e Barreiras (ambos na Bahia), e o segundo, com 505 km, ligará Barreiras (BA) a Figueirópolis (TO), onde se conectará com a Ferrovia Norte-Sul e o restante do país.

Edição: Graça Adjuto

Publicado em 09/07/2021 – 09:27 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Rio mantém vacinação cruzada contra a covid-19 para grávidas

Decisão contraria orientação do ministro da Saúde informada ontem

O estado e a cidade do Rio de Janeiro continuarão com a vacinação cruzada, também chamada de intercambialidade entre vacinas, que utiliza dois tipos diferentes de imunizantes para as grávidas. O procedimento vale para as mulheres que foram imunizadas com a primeira dose da vacina Oxford/AstraZeneca.

Por meio da Subsecretaria de Vigilância e Atenção Primária à Saúde, a Secretaria de Estado de Saúde (SES), informou que, neste momento, vai manter a deliberação conjunta pactuada com o Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems) sobre a vacinação cruzada em gestantes. 

“A medida foi tomada após consulta ao grupo de apoio técnico de especialistas e epidemiologista da secretaria e do comitê científico da prefeitura do Rio de Janeiro. Além disso, os estados têm autonomia para tomar suas decisões, após pactuação bipartite”, informou, em nota.

Capital

O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, disse que a preocupação é garantir a proteção das gestantes, uma vez que muitas morreram e foram internadas por covid-19. Segundo ele, esse foi o motivo do comitê científico da prefeitura ter definido que as gestantes continuam sendo vacinadas, só que com uma segunda vacina diferente com a vacina da Pfizer. 

“A atitude de liberar a vacina heteróloga [vacinas diferentes] é correta e a gente vai manter. A Secretaria de Estado de Saúde nos acompanhou nessa atitude e outras secretarias de estado também”, disse, durante a apresentação hoje (9) do 27º Boletim Epidemiológico.

Soranz alertou que é importante que as gestantes com comorbidades combinem com os obstetras e assinem o termo de consentimento livre e esclarecido para receber a vacina. O secretário acrescentou que também as pessoas que tiveram reação grave na primeira dose da AstraZeneca podem receber a segunda dose de um imunizante. 

Segundo o secretário, é fundamental completar o esquema terapêutico, porque a proteção ocorre com as duas doses. “Para proteger as pessoas, o município do Rio dá a opção para quem teve reação grave e grávidas, que tomaram a AstraZeneca e não podem tomar a segunda com a mesma vacina, de se vacinarem. Esse é o nosso objetivo”, explicou.

O secretário afirmou, ainda, que essas gestantes que tomaram AstraZeneca são pessoas com comorbidade, têm maior risco de adoecer gravemente e vir a falecer por covid-19. “A opção de fazer a segunda dose com a Pfizer é correta e já utilizada em vários locais, e o Rio de Janeiro dá essa opção para as grávidas tomarem esta decisão junto com os seus obstetras”, completou.

Ontem (8), em entrevista, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, recomendou que as gestantes que já receberam a primeira dose da AstraZeneca completem a imunização com a mesma vacina após o puerpério [fase pós-parto] de 45 dias. 

Segundo a secretária Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde, Rosana Leite, até ontem, o Brasil já tinha vacinado 48 mil grávidas com a AstraZeneca, 201 mil com a Pfizer e 63 mil com a Butantan.

Na cidade do Rio de Janeiro, no fim de junho, a Secretaria Municipal de Saúde passou a completar a imunização das gestantes – que tomaram inicialmente a vacina AstraZeneca – com a Pfizer na segunda dose, 12 semanas após a primeira dose. A medida seguiu a recomendação do Comitê Especial de Enfrentamento à Covid-19 (Ceec).

Vacinação

Na cidade do Rio, conforme o calendário, hoje estão sendo imunizados os homens com 40 anos. Amanhã, será a repescagem para as pessoas com 40 anos ou mais. Para a semana que vem está prevista a vacinação das faixas de idade entre 39 e 37 anos com homens e mulheres em dias alternados, começando na segunda-feira pelas mulheres.

Além disso, haverá repescagem exclusiva, em todos os dias, para pessoas com deficiência. “As pessoas com deficiência a gente precisa ainda ampliar a cobertura desse público, então, durante a próxima semana de 12 a 17 de julho, a semana toda, preferencialmente no turno da tarde, pessoas com deficiência poderão se vacinar independente da idade”, informou o superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, Márcio Garcia.

Edição: Kleber Sampaio e Pedro Ivo de Oliveira

Publicado em 09/07/2021 – 10:53 Por Cristina Índio do Brasil – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Publicado decreto que concede aposentadoria a Marco Aurélio Mello

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Ministro do STF completa 75 anos

decreto presidencial que concede aposentadoria ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello foi publicado no Diário Oficial da União de hoje (9). A aposentadoria do ministro já estava prevista pelo fato de ele estar completando 75 anos de idade.

Marco Aurélio ingressou no STF em 13 de junho de 1990 e foi presidente da Corte entre 2001 e 2003. Nesse período, por estar na linha sucessória, exerceu a Presidência da República em quatro oportunidades. Numa delas, sancionou a lei que criou a TV Justiça, em 2002. Desde então, os julgamentos no plenário passaram a ser transmitidos ao vivo.

Ele também foi presidente do Tribunal Superior Eleitoral por três vezes. Uma delas, durante as eleições municipais de 1996 – a primeira realizada integralmente utilizando urnas eletrônicas.

Edição: Graça Adjuto
Publicado em 09/07/2021 – 09:51 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília